Mostrando postagens com marcador musica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador musica. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Novo Disco do Deftones na integra


O Deftones(isso mesmo aquela banda foda p C@#4*¨&) liberou seu novo álbum, Koi No Yokan,  na íntegra. Confira no player abaixo:


 Koi No Yokan  sai  dia 13 de novembro.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Dave Grohl assume a bateria do Queens of the Stone Age no novo disco da banda

                                         
Em entrevista à BBC Radio 1, o líder do Queens of the Stone Age, Josh Homme, anunciou uma baixa na formação da banda: o baterista Joey Castillo saiu do Queens of the Stone Age.
Todo mundo triste, choroso, mas a notícia não acaba aí, amigos. Castillo já possui um substituto, pelo menos durante as gravações do novo disco da banda. E é um substituto de respeito.
Ninguém mais, ninguém menos que Dave Grohl, vocalista do Foo Fighters e ex-baterista doNirvana, foi convocado para assumir as baquetas do novo disco do Queens of the Stone Age. Grohl repete, portanto, a parceria que havia feito com a banda no disco Songs for the Deaf, de 2002.
Por enquanto, é a nossa única oportunidade de acompanhar o trabalho musical de Dave Grohl, já que o Foo Fighters está de “férias” por tempo indeterminado e o músico vem trabalhando em um documentário chamado Sound City.
Enquanto o novo álbum não sai, confira uma das participações de Dave Grohl com o Queens of the Stone Age:

terça-feira, 6 de novembro de 2012

O fantastico, Fantastico Mundo de Bobby


Ouça a música…
Um dos desenhos animados mais populares entre a garotada nos anos 90era O Fantástico Mundo de Bobby,onde o comediante Howie Mendel virava desenho pra acompanhar as aventuras de seu filhoBob, um menino cheio de imaginação.
Todos os episódios de Bobby’s World (nome original da série animada nos EUA) sempre tratando de alguma brincadeira do Bobby com os amigos ou alguma desventura familiar ao lado dos pais Howard e Matha Generic (e não Genéric), do Tio Ted e dos irmãos aborrecentesKelly e Derek.
As histórias eram muito lúdicas, sempre girando em torno de como a imaginação do Bobby lidava com coisas simples do cotidiano de uma criança como se perder dos irmãos no shopping comprando um presente, aprender a nadar na piscina (“Tio Ted, como é que você faz bolhas sem colocar a cara na água?” ^^), descobrir que a mãe está grávida, assistirsuper-heróis na TV, criar um clube com os amigos, ou quando Bobby e o Tio Ted tem que ir a Las Vegas pra levar a empregada Nafulgia pro casamento dela e a Tia Ruth acha que o Bobby foi raptado por ETs (é, esse foi muito lúdico).
Mas existe um capítulo completamente diferente dos outros. Ele começa aparentementecomo todos os demais, com Bobby imaginativo demais e por isso acabando por se dar mal na sua prova de geometria. Por viver tão intensamente seu universo particular, ele não consegue se concentrar no que está ao seu redor. Porém, o Guarda de Trânsito Abe, amigo de Bobby, decide ajudá-lo ensinando ao menino um jeito lírico de aprendizado sentindo a música do mundo e Bobby passa a ver, ou melhor, ouvir as coisas de um modo totalmente diferente.
Só essa cena já valeria o episódio inteiro, lembro de um amigo que me disse que a filosofia do desenho influenciou ele anos depois a estudar música. Mas a história ainda reserva uma reviravolta completamente inesperada que eu nunca pensei que veria numa animação como O Fantástico Mundo de Bobby, quando de supetão o garoto tem que lidar com uma situação séria e dramática, onde nem sua imaginação consegue confortá-lo.
O final é inspiradíssimo e mostra de uma forma raramente vista numa produção infantil a poesia que pode existir na vida quando ela transcende a morte…

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Dave Grohl anuncia recesso do Foo Fighters


Depois de falar em “longa pausa” e vir desmentir dizendo que não era bem assimDave Grohl, vocalista do Foo Fighters, anunciou oficialmente um recesso por tempo indefinido da banda. Pelo menos até a próxima desmentida.
Em texto publicado na página oficial da banda no Facebook, Grohl disse que a banda não está acabando, mas vai dar uma pausa por um tempo:
Hey todo mundo…
Dave aqui. Só queria escrever e agradecer todos vocês novamente do fundo do meu coração por mais um ano incrível (nosso 18º, pra ser exato!). Nós realmente não conseguiríamos fazer nada disso sem vocês…
Nem nos meus sonhos mais loucos eu achei que o Foo Fighters chegaria tão longe. Eu nunca pensei que a gente PUDESSE ir tão longe, pra ser honesto. Houve um tempo quando eu achei que a banda não sobreviveria. Houve momentos em que eu queria desistir. Mas eu não posso desistir dessa banda. E nunca irei. Porque não é apenas uma banda para mim. É a minha vida. É a minha família. É o meu mundo.
Sim, eu falava sério. Eu não sei quando o Foo Fighters vai tocar novamente. É estranho dizer isso, mas é bom para todos nós nos afastarmos um pouco. É uma das razões para nós ainda estarmos por aqui. Faz sentido? Eu nunca quis NÃO estar nessa banda. Então, às vezes é bom só voltar pra garagem por um tempo.
Mas, nada de sombra e água fresca por enquanto… eu focarei toda a minha energia na conclusão do meu documentário e álbum Sound City para lançá-lo no mundo todo em breve. Há um ano em desenvolvimento, pode ser o maior e mais importante projeto que eu já trabalhei. Se prepare, está vindo.
Eu, Taylor, Nate, Pat, Chris e Rami… tenho certeza que nós veremos todos vocês por aí, em algum lugar…
Obrigado, obrigado, obrigado…
Dave“.
Portanto, nada de previsões sobre futuro da banda. O mais seguro é esperar o tal documentário sair e, quem sabe, torcer por uma boa notícia não muito depois disso.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Planet Hemp-11 apresentações entre setembro e dezembro


Planet Hemp Tour 2012
Planet Hemp divulgou todas as datas de sua nova turnê. Ao todo, serão 11 apresentações, que começam noRio de Janeiro, no dia 28 de setembro, e terminam em São Gonçalo (RJ), no dia 15 de dezembro.
Também serão feitos shows em Porto Alegre (29/09), Florianópolis (03/11), Fortaleza (09/11), Recife (10/11), Curitiba (11/11), São Bernardo do Campo (14/11), Salvador (01/12), Rio de Janeiro (04/12) e Manaus (07/12).
Os ingressos começam a ser vendidos pelo site Ingresso Rápido amanhã, dia 13 de setembro. A primeira apresentação no Rio de Janeiro já está com os bilhetes esgotados há cerca de um mês.
O grupo tocará na íntegra o álbum Usuário, de 1996, que os levou ao estrelado com faixas como "Legalize Já" e "Mantenha o Respeito".

domingo, 2 de setembro de 2012

Há 25 anos, Michael Jackson lançava o álbum Bad, um dos maiores sucessos da sua carreira, com cerca de 45 milhões de cópias vendidas mundialmente.


O disco deu origem à Bad World Tour, uma turnê que passou por 15 países e moldou grande
 parte dos shows que Jackson viria a fazer no restante de sua carreira. No player abaixo, confira
 a apresentação feita em 1987, em Yokohama, no Japão:
O álbum Bad ganhará uma edição especial, a ser lançada no dia 18 de setembro, com 
versões 
inéditas de algumas faixas, além do DVD de um show da turnê, realizado em
 Wembley, na Inglaterra.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

The Hives lançam clipe de "Wait A Minute"

               
The Hives lançou o clipe de "Wait A Minute", música de seu novo disco, Lex Hives. Confira no player abaixo:

Foo Fighters homenageia Nirvana em show


O Foo Fighters homenageou o Nirvana na apresentação realizada no Reading Festival, na
 Inglaterra, neste domingo, dia 26. Confira no vídeo abaixo o vocalista Dave Grohl, ex-baterista
do Nirvana, dedicando a música "These Days" aos ex-companheiros Kurt Cobain e
 Krist Novoselic.
Grohl disse ainda que este foi o último show do Foo Fighters durante um bom tempo. O
grupo está em turnê desde o ano passado com o disco Wasting Light, que passou pelo Brasil em 2012, no Lollapalloza.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Roger Waters diz que seu novo disco trata de religião e já tem músicas prontas

                                                      
Roger Waters tem músicas prontas para o seu novo disco, If I Had Been God. Em entrevista à Rolling Stone, o ex-Pink Floyd falou que as letras desse seu próximo trabalho falam sobre religião.
O músico disse à revista estar "com idade e maturidade suficiente para falar sobre o tema". A previsão é que If I Had Been God chegue às lojas em 2013.
Este ano, o cantor encerrou a turnê The Wall Live, definida por ele como a maior obra de sua carreira. Em abril, o show passou pelo Brasil e nós fomos à apresentação em São Paulo 

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Soundgarden confirma novo disco para novenbro

                                                
                                                                 Kim Thayil
O Soundgarden confirmou o lançamento de seu novo disco para o dia 12 de novembro. Em entrevista a Rolling Stone, o guitarrista Kim Thayil disse que o álbum mostrará que "a banda ainda pega pesado, toca bem e ainda é um pouco esquisita", após 15 anos longe dos estúdios.
Thayil confirmou ainda que as faixas "Blood On The Valley Floor" e "A Thousand Days Before" estarão no novo trabalho. O música "Live To Rise", que fez parte da trilha do filme Os Vingadores, foi o single que iniciou a retomada do grupo. O vocalista Chris Cornell já havia dado uma entrevista há algum tempo definindo o álbum como uma continuação do estilo deixado para trás em 1996.

Ainda não há um título definido para este novo disco.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Coldplay pode vir ao Brasil em março de 2013

                                              
Turnê brasileira passaria por quatro ou cinco capitais

Coldplay pode vir ao Brasil em 2013. De acordo com o Popload, a banda fará quatro ou cinco shows no país em março e um deles será no dia 7, em Porto Alegre, na Grêmio Arena, estádio que será inaugurado em dezembro.
 Com a data da apresentação no Rio Grande do Sul definida, o grupo deve trazer sua turnê atual Mylo Xyloto pela segunda vez, já que se apresentou em 2011 no Rock in Rio

sábado, 28 de julho de 2012

Liam Gallagher tocará sucesso do Oasis no encerramento das Olimpíadas de Londres


                                                                  
O tabloide britânico The Sun publicou que o vocalista Liam Gallagher e sua banda, Beady Eye, tocarão na cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres. O convite inicialmente foi feito ao seu irmão, o guitarrista Noel Gallagher, principal compositor e ex-líder da extinta banda Oasis.
O Oasis existiu entre 1994 e 2009 capitaneado pelos irmãos Gallagher e emplacou vários sucessos, até a relação entre eles se tornar impossível. Convidado pela organização da Olimpíada para tocar o megassucesso Wonderwall - lançado no álbum (What’s the Story) Morning Glory?, de 1995 – Noel recusou por estar em turnê de divulgação de seu álbum solo, High Flying Birdslançado no ano passado.
Convite prontamente aceito por Liam Gallagher, que formou o Beady Eye com ex-membros do Oasis. O primeiro disco da banda, Different Gear, Still Speeding, também foi lançado no ano passado. Até agora, Liam e seus companheiro vinham tentando evitar tocar o repertório do Oasis, formado em sua maioria por composições do irmão. Mas isso parece que vai mudar.
O Beady Eye tocará na cerimônia que deverá ter público de 650 milhões de pessoas via TV e trará artistas como The Who, Kaiser Chiefs e George Michael. A banda promete uma nova versão de Wonderwall, rearranjada pelo produtor David Arnold.

Robert Plant fará shows no Brasil em outubro

           
Robert Plant: no Brasil em outubro?

O jornalista Lúcio Ribeiro, do portal UOL revelou que o vocalista Robert Plant, do Led Zeppelin, fará apresentações no Brasil em outubro. O músico de 63 anos está atualmente em turnê pela Europa e virá à América do Sul no último trimestre do ano.
Plant está com uma nova banda chamada Sensational Space Shifters, com um repertório formado por soul, blues e gospel. O cantor vem vivenciando uma carreira solo de sucesso nos últimos anos, com discos como Raising Sand, de 2007, em dueto com a cantora Alison Krauss, em estilo bluegrass; e Band of Joy, em 2010, usando o nome de uma banda em que tocara nos anos 1960. Ambos os discos venderam muito bem e foram premiados mundo à fora.
É provavelmente por causa desse sucesso que Plant vem se recusando a se reunir com os velhos companheiros do Led Zeppelin, cuja última reunião, em dezembro de 2007 para um show no O2 Arena de Londres, foi um sucesso espetacular. A banda foi convidada para a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Londres, mas Plant recusou, enquanto seu ex-parceiro, o guitarrista Jimmy Page, estava disposto a aceitar..
O Led Zeppelin foi fundado por Jimmy Page em 1968 a partir das cinzas de outra banda, The Yardbirds. A reunião de Page com Robert Plant (vocais), John Paul Jones (baixo) e o baterista John Bonham resultou em uma das mais explosivas combinações de instrumentistas da história da música. A banda encontrou o sucesso desde o início, com seus dois primeiros álbuns Led Zeppelin I e Led Zeppelin II, lançados em 1969. O grupo foi um dos maiores sucessos do rock ao longo dos anos 1970 e encerraram as atividades em 1980, após a morte de Bonham por excesso de álcool. Depois, os três membros remanescentes (e por vezes apenas Plant e Page) encenaram apenas reuniões breves.
Infelizmente, Robert Plant afirmou recentemente que tem planos de nunca mais voltar à banda.
Resta aos brasileiros, então, apenas a oportunidade de ver ao vivo o cantor em carreira solo, o que ainda pode ser uma experiência fantástica acompanhar esta que é uma das maiores (senão a maior) voz do rock em todos os tempos!

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Conheça um pouco da historia de Jon Lord, tecladista e fundador do Deep Purple



Morreu, aos 71 anos, Jon Lord, telcadista e fundador do Deep Purple, uma das mais importantes e influentes bandas de hard rock da Inglaterra em todos os tempos, que teve seu auge na primeira metade dos anos 1970. Lord lutava contra um câncer no pâncreas e foi internado numa clínica em Londres, falecendo de uma embolia pulmonar.
Nascido Jonathan Douglas Lord em 1941, em Leicester, na Inglaterra, estudou piano clássico quando criança e se mudou para Londres em 1959 com a intenção de realizar uma carreira como ator. Contudo, seu lado musical falou mais forte e, logo, estava envolvido na fortíssima cena de Rhythm and Blues (R&B) de Londres, a mesma que geraria The Rolling Stones, The Animals, The Yardbirds, Eric Clapton, Jimmy Page e Jeff Beck. Já em 1960, participou de sua primeira banda, The Bill Ashton Combo, mais orientada para o jazz; mudando-se em seguida para The Red Bludd’s Bluesicians.

O som de Lord era base fundamental do Deep Purple.
O talento de Lord para as teclas logo chamaram a atenção e passou a complementar sua renda como músico de estúdio (sessionman) para outros artistas, tarefa ao qual também se dedicava Jimmy Page, futuro fundador do Led Zeppelin. O tecladista participou da gravação de algumas canções importantes, com destaque para You really got me, do The Kinks, em 1964.
Em 1963, juntamente a outros membros de sua ex-banda, fundou a banda The Artwood, liderada por Arthur “Artie” Wood. A banda chegou a aparecer na TV e gravar alguns singles, embora sem muito sucesso comercial. A banda ainda mudou de nome para The St. Valentine Day’s Massacre, em 1967, na busca por uma renovação, mas também não deu certo. Após se unir ao irmão caçula de Artie Wood, Ron Wood (futuro membro dos Rolling Stones) em um projeto de curta duração, chamado Santa Barbara Machine Head, Lord se uniu ao baterista e cantor Chris Curtis (do The Searches) e ao guitarrista Richie Blackmore para fundar uma nova banda chamada Roundabout. Curtis saiu pouco depois, mas Lord e Blackmore seguiram em frente.

A formação clássica do Deep Purple, nos anos 1970. Jon Lord é o primeiro à esquerda.
Em 1968, a nova banda se tornou o Deep Purple, com Rod Evans nos vocais, Nick Simper no baixo, Richie Blackmore na guitarra, Jon Lord nos teclados e Ian Paice na bateria. A primeira encarnação do grupo misturava blues, R&B, covers dos Beatles e a influência sinfônica de Lord para compor um som novo, dado a improvisações instrumentais. A banda flertou com o rock progressivo, antes de enveredar decisivamente com o hard rock que nascia então, com bandas como Led Zeppelin e Black Sabbath. Aliás, Purple, Zeppelin e Sabbath foram a “santíssima trindade” do hard rock em todos os tempos, lançando as bases do que seria, bem mais tarde, o heavy metal.
mas vale destacar que o álbum Concert For Group and Orchestra, de 1969, é uma obra fundamentalmente de autoria de Lord, onde extravasa suas influências sinfônicas e seu amor por Bach. Com a entrada de Ian Gillan nos vocais e Roger Glover no baixo para aquele disco, o Deep Purple entrou em sua formação mais célebre e gravou álbuns clássicos como In Rock (de 1970) e Machine Head (de 1972), que reúnem a maioria de suas canções mais conhecidas.
Paralelamente à carreira com o Purple, Jon Lord também realizou uma discreta carreira-solo, mais orientada para a música sinfônica, com a qual lançou dois álbuns: Gemini Suite, em 1972; e Sarabande, em 1975.
Após o fim do Deep Purple, em 1976, Lord se uniu ao também tecladista Tony Ashton e formou o trio Paice, Ashton & Lord, também com o ex-baterista do Purple, Ian Paice. Contudo, Lord terminaria integrando a banda de outro ex-membro do Purple, o vocalista David Coverdale, entrando para o Whitesnake em 1978.

Lord (ao centro, de óculos) no Whitesnake.
O Whitesnake era uma banda de hard rock de linhagem mais “leve” que, por isso mesmo, fez bastante sucesso na Inglaterra e emplacou vários hits – embora fossem menos bem-sucedidos nos Estados Unidos. Mas Lord vivia frustrado com a orientação mais comercial da banda e, por isso, saiu em 1984 para se dedicar a uma reunião da segunda – e mais célebre – formação do Deep Purple.
A reunião rendeu discos e turnês e, apesar de algumas baixas – notadamente do guitarrista Richie Blackmore, que foi substituído por Steve Morse – o Deep Purple permaneceu ativo durante todo o restante dos anos 1980 e 1990 e além. Jon Lord se desligou do Purple em 2002, mas a banda continua na ativa, tendo tocado no Brasil em outubro de 2011.
A partir de 2002, Lord passou a se dedicar mais à carreira solo e a seu trabalho sinfônico, tendo lançado discos e vídeos. Inclusive, Lord esteve no Brasil em 2009 para a abertura da Virada Cultural, onde se apresentou com a Orquestra Sinfônica Municipal, sob regência do maestro Rodrigo Carvalho.
Diagnosticado com câncer em agosto de 2011, o músico vinha se dedicando ao tratamento, mas também lançou um disco recentemente.
font hqrock

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Rolling Stones fazem 50 anos ! Conheça a maior banda de rock de todos os tempos!


                                   
Os Rolling Stones hoje em frente ao Marquee Club, onde fizeram seu primeiro show, em 12 de julho de 1962.
Hoje é um dia para se comemorar no rock. Comemorar muito! Em 12 de julho de 1962, há exatos 50 anos, os Rolling Stones faziam o seu primeiro show no Marquee Club de Londres. A banda até se reuniu em frente ao velho clube para tirar fotos nesse marco histórico (veja ao lado). A imagem de Mick Jagger, Keith Richards, Ron Wood e Charlie Watts – todos com mais de 60 anos – ao lado do clube ilustra com perfeição a resistência e o poder dessa banda incrível, uma das mais importantes do rock e membro de um panteão que só deve ter outros quatro ou cinco membros.
Nenhuma outra banda se manteve na ativa por tanto tempo mantendo tal interesse. The Rolling Stones completam 50 anos ativos e unidos, já ensaiando para uma turnê no ano que vem. Nenhuma outra banda de rock de tamanha relevância permaneceu na ativa de maneira ininterrupta por tanto tempo. Todas as outras “grandes” encerraram sua carreira, embora algumas até tenham voltado depois em uma ocasião ou outra. Mas o Rolling Stones nunca acabaram. Mesmo com brigas, sexo, drogas e rock’n'roll, permanecem unidos e sacudindo o mundo em suas grandes turnês.
Para celebrar a data,o informa-informa  – apresenta o mito de origem do grupo. Junte-se a nós e aumente o volume!
Mito Fundador

Os Stones comportados na capa de seu segundo álbum.
A história do rock é cheia de mitos, particularmente quanto à formação das bandas. Os Rolling Stones têm um dos mais famosos mitos fundadores entre todos: Mick Jagger e Keith Richards se conheciam desde crianças, quando foram vizinhos em Dartford, periferia no sudeste de Londres, mas tornaram-se mais do que colegas adolescentes quando se reencontraram em uma estação de trem com o primeiro carregando álbuns de Chuck Berry e Muddy Waters e ambos descobriram gostos musicais comuns. E Keith Richards garante, em seu livro Vida que é tudo verdade e ocorreu em 1960!
Enquanto escutavam discos juntos, Jagger e Richards logo descobriram seus talentos naturais para o canto e a guitarra, respectivamente, e logo sonhavam em montar uma banda. Pouco depois, se juntou a eles um rapaz chamado Dick Taylor, que anos mais tarde formaria a banda Pretty Things.
Formando a banda

A banda usou ternos em seus shows até por volta de 1966, quando aderiram à moda psicodélica.
Em fins de 1961, se formou em Londres um forte movimento de R&B que teve como artífice a banda The Blues Incorporated, fundada pelo guitarrista Alexis Corner e o gaitista Cyrill Davies. Dezenas de jovens músicos circulavam em torno da banda e o público para vê-los tocar no Earling Jazz Club aumentava cada vez mais. Foi assistindo a um show do Blues Incorporated que Eric Clapton decidiu se tornar um guitarrista profissional. Com Jagger, Richards e Taylor não foi diferente: o trio ficou impressionado, certa vez, quando assistiu a uma performance da banda com Korner, Nick Hopkins no piano, Jack Bruce e Ginger Baker no baixo e na bateria (dupla que anos mais tarde formaria o Cream com Eric Clapton) e um jovem loiro e maluco chamado Brian Jones no slide guitar.

Cheios de energia e selvageria, os Stones eram frutos da forte cena de R&B de Londres, que gerou Yardbirds, Eric Clapton, Jeff Beck, Jimmy Page e o “filho” deste, o Led Zeppelin.
Ninguém tocava slide guitar na Inglaterra – técnica popularizada pelo bluesman Elmore James na qual se arrasta um dedal de metal ou vidro sobre as cordas da guitarra – e Jones causava a maior sensação. No fim das contas, o trio terminou ficando amigo de Jones e os quatro começaram a pensar em montar uma banda juntos. Não demorou nada para que Jones colocasse Jagger e Richards para tocarem um pequeno set com o Blues Incorporated, sempre aberto a membros ocasionais.
A nova banda só se formou mesmo quando outro músico do Incorporated, o pianista Ian Stewart, conseguiu o sótão de um bar para que os jovens ensaiassem e nascesse, assim, os The Rolling Stones, no início de 1962.
Em busca do sucesso

O trunfo dos Stones foi consolidar seu sucesso nos EUA. Aqui, ao vivo no The Ed Sullivan Show.
Em sua primeiríssima formação, os Rolling Stones eram um sexteto com: Mick Jagger nos vocais e gaita; Keith Richards e Brian Jones nas guitarras; Ian Stewart no piano; Dick Taylor no baixo; e Tony Chapman na bateria; e foram eles quem fizeram o seu primeiro show no Marquee Club em 12 de julho de 1962. O repertório inicial da banda, que se manteria pelos primeiros anos, era uma mistura do tradicional eletric blues de Chicago (Muddy Waters, John Lee Hooker e as composições de Willie Dixon) com uma abordagem mais R&B (Chuck Berry, Bo Didley).
A banda começou a ganhar espaço no circuito R&B de Londres, mas sofreu duas mudanças significativas: o baixista Bill Wyman entrou em dezembro de 1962; e o baterista Charlie Watts, outro ex-membro do Blues Incorporated, ingressou em janeiro de 1963, estabelecendo a formação oficial da banda.

O primeiro álbum, The Rolling Stones, em 1964: empurrãozinho dos Beatles.
Já com a nova formação ocorreu a grande virada da banda: era 1963 e o empresário Giorgio Gomelski decidiu aproveitar o potencial da banda e a escalou para shows nas tardes de domingo no Crawdaddy Club, em Richmond, local que em breve se tornou o point de perigrinação dos amantes de música de Londres. O contexto também mudava: os Beatles estouravam nas paradas de sucesso e levavam o rock para a imprensa de massa, o rádio e a televisão de modo inédito na Inglaterra.
E foi dos Beatles que veio um dos passos decisivos da carreira dos Stones. O jovem Andrew Loog Oldham só tinha 19 anos, mas fazia parte do staff do quarteto de Liverpool, atuando na parte de divulgação como assistente do superempresário Brian Epstein. Ao ver os Stones ao vivo, o garotou pensou que era a oportunidade de ter uma banda para chamar de sua e assinou um contrato com a banda, junto ao amigo Eric Easton. Oldham aproveitou todo o seu conhecimento adquirido com os Beatles para usar a favor de sua nova banda: assinaram um contrato de benefício inéditos para a banda com a poderosa gravadora Decca, que incluía total liberdade criativa; a propriedade dos tapes de gravação e o dobro do royalities normalmente pagos aos artistas.

No início, Brian Jones era a alma musical da banda. Mas foi eclipsado pela dupla de compositores Mick Jagger e Keith Richards.
Outra medida tomada por Oldham foi polêmica: ele decidiu que o pianista Ian Stewart era feio demais para fazer parte da banda e, por isso, o músico foi reduzido à função de roadie, ou seja, assistente de palco. Como gratificação, o músico podia participar ocasionalmente das sessões de gravações e, tomado de baixa autoestima, aceitou. Além disso, Oldham também colocou os Stones para vestir ternos, tais quais os Beatles faziam.
A estreia fonográfica dos Rolling Stones foi com o compacto Come on/I want to be loved, composições de Chuck Berry e Willie Dixon, respectivamente. O disco chegou ao 21º lugar das paradas da Grã-Bretanha, o que não era nada mal para uma banda iniciante. Contudo, em vista do contrato anormal com a Decca, a pressão por sucesso era grande e isso preocupou o grupo e Oldham.

Enquanto Jagger virou “relações públicas”, Keith Richards tomou para si a função de força-motriz musical da banda.
A banda fez sessões de gravações para um segundo compacto que fosse melhor do que o primeiro e gravaram as canções Poison Ivy e Fortune teller, mas o resultado final não foi do agrado da banda, inciando a busca por material melhor. Então, certo dia, Oldham encontrou com John Lennon e Paul McCartney na rua e os levou ao estúdio onde os Stones estavam gravando, o Regent Studios, um porão quase amador. O empresário solicitou à dupla mais bem sucedida de compositores do país uma canção para os Stones e Lennon & McCartney afirmaram possuir um número de R&B que se encaixava no som da banda; pediram 10 minutos para terminá-la e presentearam o grupo com I wanna be your man.
O compacto com I wanna be your man/Stoned foi lançado em novembro de 1963 e foi o primeiro verdadeiro sucesso dos Stones, chegando ao 12º lugar das paradas e colocando a banda no circuito nacional. Quase ao mesmo tempo, a banda embarcou em uma grande turnê nacional, abrindo para nomes como Bo Didley, Little Richard e The Everly Brothers, alguns de seus ídolos.
***

Os Stones aderiram à fanfarra psicodélica.
O resto, como se costuma dizer, é história. Eis ela:
Os Rolling Stones basicamente eram uma banda de R&B em seus primeiros álbuns – The Rolling Stones e The Rolling Stones N. 2lançados em 1964 e 1965, respectivamente – mas começaram a mudar a partir de 1965, quando Mick Jagger e Keith Richards se consolidaram também como uma dupla de compositores e o grupo se tornou uma banda autoral. Isso desequilibrou a balança de poder dentro do conjunto, estabelecendo uma “guerra fria” com Brian Jones, que até então tinha certa eminência.
O marco da virada da banda é o lançamento do single (I can’t get no) Satisfaction, lançado junto ao álbum Out of Our Headsem 1965, que consolidou a primeira fase da banda e sua sonoridade, além da hegemonia de Jagger e Richards como compositores e líderes da banda. Contudo, o próprio grupo não trilharia o caminho que criou por muito tempo, porque Jagger e Richards embarcaram com peso no Movimento Psicodélico em 1966, se afastando da sonoridade R&B e aderindo à psicodelia, com sonoridades mais pop, folk e Brian Jones praticamente encostando sua guitarra para se dedicar a instrumentos inusitados, enchendo a música dos Stones de texturas intrigantes com harpas, cítaras, marimbas, salterios, flautas, saxofone, mellotrons etc. São dessa fase os álbuns Aftermath, Between the Buttons e Their Satanic Majesties Request, de 1966 (o primeiro) e 1967 (os outros), respectivamente.

Brian Jones foi a primeira vítima das drogas entre as superestrelas dos anos 1960. Aqui, em sua versão psicodélica.

A banda toca no Circus: despedida à psicodelia.
Porém, em meio ao auge do Movimento Psicodélico, em 1967, Jagger, Richards e Jones foram presos por porte de drogas e impedidos de sair da Inglaterra, o que causou uma grave crise na banda. O clima pesado levou ao afastamento da banda dos palcos, à ruptura com o empresário Andrew Loog Oldham e ao afundamento de Brian Jones nas drogas, que começaram a deixá-lo incapacitado para seguir adiante. Ainda assim, em 1968, decidiram fazer um “retorno às origens”, abraçando novamente uma sonoridade mais voltada ao blues, ao folk e ao R&B, dando início à sonoridade pela qual a banda é conhecida até hoje. Os marcos dessa segunda virada são o single Jumpin’ Jack flash e o álbum Beggars Banquett. E o grupo marcou uma espécie de despedida da psicodelia com o filme Rock and Roll Circus, um minifestival na qual artistas como Taj Mahal, Jethro Tull, The Who e John Lennon (em sua primeira apresentação solo) tocaram algumas canções e os Stones encerram a festa. Mas a banda não estava em forma e o filme não foi lançado, só sendo comercializado em 1996. Ainda assim, é um marco: a última apresentação de Brian Jones com o grupo.
Brian Jones já estava deveras envolvido com as drogas e se afastava do grupo cada vez mais. Por fim, com sua ausência já quase completa, no início de 1969, a banda decide demiti-lo. Jones pirou seu estado e terminou morrendo em circunstâncias misteriosas em sua própria psicina no mês de julho.

Mick Taylor entrou em 1969, ao mesmo tempo em que o grupo se voltava às suas raízes.
Antes disso, seu lugar foi ocupado pelo excelente guitarrista Mick Taylor, que advinha da banda The Bluesbreakers de John Mayall (a mesma que teve Eric Clapton anos antes). Taylor acrescentou mais melodia ao som da banda, pois vinha da escola de blues rock da Inglaterra, com seus longos solos e fraseados em slides. Sua presença firmou, pela primeira vez, a figura de um guitarrista solo propriamente dito nos Stones. Enquanto Richards e Jones se revezavam na função e, na maioria das vezes praticavam o que o primeiro chamava de “a arte do entraleçamento“, quando não havia funções de ritmo e solo bem definidas e as duas guitarras faziam cada um dos papeis alternadamente; com Taylor os papeis ficaram mais definidos: Richards com os riffs e aberturas, além do ritmo; e Taylor com os solos e fraseados elegantes.

Sticky Finger, de 1971, divide o posto de “melhor disco dos Stones”…
De qualquer modo, foi um acréscimo mais do que interessante e, talvez não por coincidência, foi com Mick Taylor na guitarra que os Rolling Stones gravaram sua sequência mais memorável de álbuns, como Let it BleedSticky Fingers e Exile on Main Street, em 1969, 1971 e 1972, respectivamente. Vem daí a maior parte do repertório que a banda reproduz até hoje nos palcos, com Honk tonk women, Gimme shelter, Brown sugar, Wild horses, Rock off, Tumbling dicedentre outras.
Mas nem tudo eram rosas e as pedras continuaram rolando. Os Stones voltaram aos palcos em 1969, mas seu primeiro show ocorreu no Hyde Park de Londres em julho de 1969, exatamente três dias após a morte de Brian Jones, na qual fizeram uma homenagem. De certo modo, o batismo de Mick Taylor foi um funeral. Em seguida, o grupo encampou uma vitoriosa turnê pelos Estados Unidos, mas além de esnobarem o Festival de Woodstock – o que os tirou da maior festa de rock de todos os tempos – o fim foi trágico: na ânsia de criarem o seu próprio festival, o grupo organizou o Festival de Altmont, em São Francisco, com as bandas The Flying Burrito Brothers, Jefferson Airplane e Crosby, Stills, Nash & Young, mas o festival foi marcado por brigas constantes e insubordinação da plateia, culminando com a gangue de motoqueiros Hell Angels (encarregados da segurança!) matando um rapaz durante o show dos Rolling Stones. Está tudo no filme Gimme Shelter, lançado dois anos depois.

…com Exile on Main Street, de 1972, na opinião de críticos e fãs.

Para muitos a formação com Mick Taylor (segundo esq.) é a melhor da banda.
Uma coisa positiva a seguir foi o fim do contrato com o empresário Allen Klein e a empresa ABCKO e a fundação do selo independente Rolling Stones Records (RSR) que passou a ser distribuído pela Warner Music. Porém, em meio a isso, problemas com o fisco da Inglaterra “obrigaram” a banda a se exilar do próprio país, passando a morar em outros países da Europa, como França ou Suíça. Foi na França que gravaram Exile on Main Street numa maratona de sexo, drogas e rock’n'roll desenfreada que entrou para a história. Quem quiser um curso rápido do que são os Stones em essência, leia Uma Temporada no Inferno com os Rolling Stonesde Robert Greenfield, livro que relata esse período específico.

Versão nacional do livro de Greenfield: tortuante processo de gravação gera um clássico.
Era apenas o início dos anos 1970, período de muitos excessos, principalmente de drogas, mas o sucesso continuou, particularmente com suas turnês mundiais e pelos Estados Unidos, como aquela de 1972, que virou um marco da história do rock, com seus concertos no Madison Square Garden, em Nova York, recém-lançados em vídeo em Ladies and Gentlemen, The Rolling Stones, com a banda captada ao vivo em seu auge.
Contudo, os excessos pagaram seu preço e os álbuns Goats Head Soup e It’s Only Rock’n'Rollde 1973 e 1974, respectivamente, não tinham o mesmo brilho de seus antecessores e desgastaram a banda internamente. O resultado foi, em 1975, Mick Taylor deixar a banda sem grandes explicações. Era o fim de uma era.

Ron Wood (segundo dir.) entra para a banda em 1975.
Foi substituído por Ron Wood, guitarrista britânico com passagens por The Faces e The Jeff Beck Group e um grande amigo de Keith Richards. Longe de ser melódico como Taylor, Wood reprisou o papel de Brian Jones no início, com a “arte do entrelaçamento” com Richards. Masa segunda metade da década não foi generosa para a banda, que sentiu o peso das drogas e dos excessos e não conseguiu manter o nível de qualidade anterior. O próprio Richards viveu seu inferno particular com as drogas, sofrendo prisões, processos judiciais, a possibilidade da cadeia na França e no Canadá, tratamentos contra a dependência em clínicas de reabilitação e o fim do longo relacionamento de mais de dez anos com a modelo e atriz Anita Pallenberg, uma figura-chave no círculo interno da banda.

Some Girls: grande sucesso em meio à Era Disco e ao Movimento Punk.
No entanto, estamos falando dos Rolling Stones, a maior fênix do rock and roll, e tudo mudou. Em 1978, o disco Some Girls, fez um sucesso estrondoso, mas também causou muita polêmica e mal-estar por se aproximar de outros ritmos musicais, como a disco music. Também estavam em meio ao Movimento Punk, que não era muito simpático às “velhas” estrelas do rock. Era o grupo se adaptando para sobreviver e emplacando o hit Miss you no mundo todo. Era o início de uma fase de grande sucesso, que se seguiu com Emotional Rescue, de 1980, e atingiu seu melhor momento em Tattoo You, em 1981, que brindou todos com o hit Start me up

Tattoo You de 1981 trouxe “Start me up”.
Em seguida, veio a ressaca do sucesso e o que Richards chamou de III Guerra Mundial, uma grande briga e disputa entre ele e Jagger que resultou na quase separação  em 1985. Após uma pequena pausa e o freio dos ânimos, a banda se reuniu e voltou com outro sucesso em 1989, com Steel Wheels e os hits Mixed emotions e Rock and a hard placemais a maior turnê mundial já realizada até então. É o início da era das grandes turnês, quando de tempos em tempos, os Stones voltam, lançam um disco de estúdio, fazem uma grande turnê de sucesso e lançam um disco (e um vídeo) ao vivo.

A saída de Wyman transformou a banda em um quarteto. Aqui em 2006 no filme de Martin Scorsese.
O baixista Bill Wyman deixou a banda em 1993 e não foi substituído, com os Stones passando a usar um músico contratado para a função de baixista e se tornando o quarteto que permanece na ativa.
Em 2002, a banda comemorou os 40 anos de atividades com uma coletânea dupla chamada Fourty Licks, que foi seguida por uma grande turnê mundial chamada Licks Tour. Em 2005, lançaram seu mais recente álbum de estúdio, A Bigger Bang, que também rendeu a turnê A Bigger Bang Tour, até 2007, que passou pelo Brasil em 18 de fevereiro de 2006, com um gigantesco show gratuito na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, para um público estimado em 1,5 milhão de pessoas.

A banda em 2010 nos relançamentos de Exile on Main Street: preparando os 50 anos na ativa.
A banda está em pausa desde 2007, mas lançou o filme Shine A Light, com um concerto nos Estados Unidos, dirigido pelo celebrado Martin Scorsese, naquele ano, e em 2011, comemorou os 30 anos do álbum Exile On Main Street, com o lançamento de dois filmes, um documentário sobre as gravações e um concerto da época. Atualmente, trabalham no relançamento do álbum Some Girls (com material extra) e no Stones Archives, um site que vai coletar (e vender) material da banda, como cartazes, filmes e shows; além, é claro, de se prepararem para as comemorações dos 50 anos: um filme-documetnário com depoimentos da banda será lançado e haverá uma turnê em 2013.
As pedras continuarão a rolar.

Rolling Stones: 50 anos de rock.
fonte hqrock

quarta-feira, 4 de julho de 2012

P.O.D. "Murdered Love"



P.O.D. letras
Depois de divulgar os bastidores e um lyric video, os californianos do P.O.D. finalmente liberaram o clipe de "Murdered Love". 

Com direção de Ramon Boutviseth (Papa Roach, "Forever"; Incubus, "Dig"; Young The Giant, "Apartment") e participação de Sick Jaken da Psycho Realm, a produção mostra um homem acorrentado a um aparelho de Tv, onde aparece a banda tocando, vagando pela cidade.

A faixa faz parte do novo álbum que leva o mesmo nome e será lançado no próximo dia 10 pelo selo Razor & Tie.

Confira o clipe a seguir.


fonte: Vagalume

terça-feira, 26 de junho de 2012

Planeta Terra 2012 | Kings of Leon, Azaelia Banks e Gossip formam o line-up principal do festival



Kings of Leon


Planeta Terra 2012 terá Kings of LeonAzealia Banks e Gossip como atrações principais. As três bandas se juntam aos The Maccabees - anunciados ontem - para se apresentar no Jockey Clube de São Paulo, no dia 20 de outubro. O anúncio foi feito nesta tarde por meio do site oficial do evento.
Os ingressos para o festival começam a ser vendidos às 0h do dia 3 de julho pelo site 
Livepass
O primeiro lote começa com o valor de R$ 240; o segundo, R$ 290; e o terceiro, R$ 330. 
Para todos há a opção de meia entrada. A expectativa é receber um público 
de aproximadamente 
30 mil pessoas. De acordo com a organização do evento, nos próximos dias serão revelados
 outros artistas que estarão no festival.
O Planeta Terra acontece anualmente em São Paulo desde 2007, e já trouxe ao país artistas como The Strokes, Pearl Jam, Devo, Iggy Pop, Kaiser Chiefs, Lily Allen, Smashing Pumpkins e The Offspring.