quinta-feira, 12 de julho de 2012

Rolling Stones fazem 50 anos ! Conheça a maior banda de rock de todos os tempos!


                                   
Os Rolling Stones hoje em frente ao Marquee Club, onde fizeram seu primeiro show, em 12 de julho de 1962.
Hoje é um dia para se comemorar no rock. Comemorar muito! Em 12 de julho de 1962, há exatos 50 anos, os Rolling Stones faziam o seu primeiro show no Marquee Club de Londres. A banda até se reuniu em frente ao velho clube para tirar fotos nesse marco histórico (veja ao lado). A imagem de Mick Jagger, Keith Richards, Ron Wood e Charlie Watts – todos com mais de 60 anos – ao lado do clube ilustra com perfeição a resistência e o poder dessa banda incrível, uma das mais importantes do rock e membro de um panteão que só deve ter outros quatro ou cinco membros.
Nenhuma outra banda se manteve na ativa por tanto tempo mantendo tal interesse. The Rolling Stones completam 50 anos ativos e unidos, já ensaiando para uma turnê no ano que vem. Nenhuma outra banda de rock de tamanha relevância permaneceu na ativa de maneira ininterrupta por tanto tempo. Todas as outras “grandes” encerraram sua carreira, embora algumas até tenham voltado depois em uma ocasião ou outra. Mas o Rolling Stones nunca acabaram. Mesmo com brigas, sexo, drogas e rock’n'roll, permanecem unidos e sacudindo o mundo em suas grandes turnês.
Para celebrar a data,o informa-informa  – apresenta o mito de origem do grupo. Junte-se a nós e aumente o volume!
Mito Fundador

Os Stones comportados na capa de seu segundo álbum.
A história do rock é cheia de mitos, particularmente quanto à formação das bandas. Os Rolling Stones têm um dos mais famosos mitos fundadores entre todos: Mick Jagger e Keith Richards se conheciam desde crianças, quando foram vizinhos em Dartford, periferia no sudeste de Londres, mas tornaram-se mais do que colegas adolescentes quando se reencontraram em uma estação de trem com o primeiro carregando álbuns de Chuck Berry e Muddy Waters e ambos descobriram gostos musicais comuns. E Keith Richards garante, em seu livro Vida que é tudo verdade e ocorreu em 1960!
Enquanto escutavam discos juntos, Jagger e Richards logo descobriram seus talentos naturais para o canto e a guitarra, respectivamente, e logo sonhavam em montar uma banda. Pouco depois, se juntou a eles um rapaz chamado Dick Taylor, que anos mais tarde formaria a banda Pretty Things.
Formando a banda

A banda usou ternos em seus shows até por volta de 1966, quando aderiram à moda psicodélica.
Em fins de 1961, se formou em Londres um forte movimento de R&B que teve como artífice a banda The Blues Incorporated, fundada pelo guitarrista Alexis Corner e o gaitista Cyrill Davies. Dezenas de jovens músicos circulavam em torno da banda e o público para vê-los tocar no Earling Jazz Club aumentava cada vez mais. Foi assistindo a um show do Blues Incorporated que Eric Clapton decidiu se tornar um guitarrista profissional. Com Jagger, Richards e Taylor não foi diferente: o trio ficou impressionado, certa vez, quando assistiu a uma performance da banda com Korner, Nick Hopkins no piano, Jack Bruce e Ginger Baker no baixo e na bateria (dupla que anos mais tarde formaria o Cream com Eric Clapton) e um jovem loiro e maluco chamado Brian Jones no slide guitar.

Cheios de energia e selvageria, os Stones eram frutos da forte cena de R&B de Londres, que gerou Yardbirds, Eric Clapton, Jeff Beck, Jimmy Page e o “filho” deste, o Led Zeppelin.
Ninguém tocava slide guitar na Inglaterra – técnica popularizada pelo bluesman Elmore James na qual se arrasta um dedal de metal ou vidro sobre as cordas da guitarra – e Jones causava a maior sensação. No fim das contas, o trio terminou ficando amigo de Jones e os quatro começaram a pensar em montar uma banda juntos. Não demorou nada para que Jones colocasse Jagger e Richards para tocarem um pequeno set com o Blues Incorporated, sempre aberto a membros ocasionais.
A nova banda só se formou mesmo quando outro músico do Incorporated, o pianista Ian Stewart, conseguiu o sótão de um bar para que os jovens ensaiassem e nascesse, assim, os The Rolling Stones, no início de 1962.
Em busca do sucesso

O trunfo dos Stones foi consolidar seu sucesso nos EUA. Aqui, ao vivo no The Ed Sullivan Show.
Em sua primeiríssima formação, os Rolling Stones eram um sexteto com: Mick Jagger nos vocais e gaita; Keith Richards e Brian Jones nas guitarras; Ian Stewart no piano; Dick Taylor no baixo; e Tony Chapman na bateria; e foram eles quem fizeram o seu primeiro show no Marquee Club em 12 de julho de 1962. O repertório inicial da banda, que se manteria pelos primeiros anos, era uma mistura do tradicional eletric blues de Chicago (Muddy Waters, John Lee Hooker e as composições de Willie Dixon) com uma abordagem mais R&B (Chuck Berry, Bo Didley).
A banda começou a ganhar espaço no circuito R&B de Londres, mas sofreu duas mudanças significativas: o baixista Bill Wyman entrou em dezembro de 1962; e o baterista Charlie Watts, outro ex-membro do Blues Incorporated, ingressou em janeiro de 1963, estabelecendo a formação oficial da banda.

O primeiro álbum, The Rolling Stones, em 1964: empurrãozinho dos Beatles.
Já com a nova formação ocorreu a grande virada da banda: era 1963 e o empresário Giorgio Gomelski decidiu aproveitar o potencial da banda e a escalou para shows nas tardes de domingo no Crawdaddy Club, em Richmond, local que em breve se tornou o point de perigrinação dos amantes de música de Londres. O contexto também mudava: os Beatles estouravam nas paradas de sucesso e levavam o rock para a imprensa de massa, o rádio e a televisão de modo inédito na Inglaterra.
E foi dos Beatles que veio um dos passos decisivos da carreira dos Stones. O jovem Andrew Loog Oldham só tinha 19 anos, mas fazia parte do staff do quarteto de Liverpool, atuando na parte de divulgação como assistente do superempresário Brian Epstein. Ao ver os Stones ao vivo, o garotou pensou que era a oportunidade de ter uma banda para chamar de sua e assinou um contrato com a banda, junto ao amigo Eric Easton. Oldham aproveitou todo o seu conhecimento adquirido com os Beatles para usar a favor de sua nova banda: assinaram um contrato de benefício inéditos para a banda com a poderosa gravadora Decca, que incluía total liberdade criativa; a propriedade dos tapes de gravação e o dobro do royalities normalmente pagos aos artistas.

No início, Brian Jones era a alma musical da banda. Mas foi eclipsado pela dupla de compositores Mick Jagger e Keith Richards.
Outra medida tomada por Oldham foi polêmica: ele decidiu que o pianista Ian Stewart era feio demais para fazer parte da banda e, por isso, o músico foi reduzido à função de roadie, ou seja, assistente de palco. Como gratificação, o músico podia participar ocasionalmente das sessões de gravações e, tomado de baixa autoestima, aceitou. Além disso, Oldham também colocou os Stones para vestir ternos, tais quais os Beatles faziam.
A estreia fonográfica dos Rolling Stones foi com o compacto Come on/I want to be loved, composições de Chuck Berry e Willie Dixon, respectivamente. O disco chegou ao 21º lugar das paradas da Grã-Bretanha, o que não era nada mal para uma banda iniciante. Contudo, em vista do contrato anormal com a Decca, a pressão por sucesso era grande e isso preocupou o grupo e Oldham.

Enquanto Jagger virou “relações públicas”, Keith Richards tomou para si a função de força-motriz musical da banda.
A banda fez sessões de gravações para um segundo compacto que fosse melhor do que o primeiro e gravaram as canções Poison Ivy e Fortune teller, mas o resultado final não foi do agrado da banda, inciando a busca por material melhor. Então, certo dia, Oldham encontrou com John Lennon e Paul McCartney na rua e os levou ao estúdio onde os Stones estavam gravando, o Regent Studios, um porão quase amador. O empresário solicitou à dupla mais bem sucedida de compositores do país uma canção para os Stones e Lennon & McCartney afirmaram possuir um número de R&B que se encaixava no som da banda; pediram 10 minutos para terminá-la e presentearam o grupo com I wanna be your man.
O compacto com I wanna be your man/Stoned foi lançado em novembro de 1963 e foi o primeiro verdadeiro sucesso dos Stones, chegando ao 12º lugar das paradas e colocando a banda no circuito nacional. Quase ao mesmo tempo, a banda embarcou em uma grande turnê nacional, abrindo para nomes como Bo Didley, Little Richard e The Everly Brothers, alguns de seus ídolos.
***

Os Stones aderiram à fanfarra psicodélica.
O resto, como se costuma dizer, é história. Eis ela:
Os Rolling Stones basicamente eram uma banda de R&B em seus primeiros álbuns – The Rolling Stones e The Rolling Stones N. 2lançados em 1964 e 1965, respectivamente – mas começaram a mudar a partir de 1965, quando Mick Jagger e Keith Richards se consolidaram também como uma dupla de compositores e o grupo se tornou uma banda autoral. Isso desequilibrou a balança de poder dentro do conjunto, estabelecendo uma “guerra fria” com Brian Jones, que até então tinha certa eminência.
O marco da virada da banda é o lançamento do single (I can’t get no) Satisfaction, lançado junto ao álbum Out of Our Headsem 1965, que consolidou a primeira fase da banda e sua sonoridade, além da hegemonia de Jagger e Richards como compositores e líderes da banda. Contudo, o próprio grupo não trilharia o caminho que criou por muito tempo, porque Jagger e Richards embarcaram com peso no Movimento Psicodélico em 1966, se afastando da sonoridade R&B e aderindo à psicodelia, com sonoridades mais pop, folk e Brian Jones praticamente encostando sua guitarra para se dedicar a instrumentos inusitados, enchendo a música dos Stones de texturas intrigantes com harpas, cítaras, marimbas, salterios, flautas, saxofone, mellotrons etc. São dessa fase os álbuns Aftermath, Between the Buttons e Their Satanic Majesties Request, de 1966 (o primeiro) e 1967 (os outros), respectivamente.

Brian Jones foi a primeira vítima das drogas entre as superestrelas dos anos 1960. Aqui, em sua versão psicodélica.

A banda toca no Circus: despedida à psicodelia.
Porém, em meio ao auge do Movimento Psicodélico, em 1967, Jagger, Richards e Jones foram presos por porte de drogas e impedidos de sair da Inglaterra, o que causou uma grave crise na banda. O clima pesado levou ao afastamento da banda dos palcos, à ruptura com o empresário Andrew Loog Oldham e ao afundamento de Brian Jones nas drogas, que começaram a deixá-lo incapacitado para seguir adiante. Ainda assim, em 1968, decidiram fazer um “retorno às origens”, abraçando novamente uma sonoridade mais voltada ao blues, ao folk e ao R&B, dando início à sonoridade pela qual a banda é conhecida até hoje. Os marcos dessa segunda virada são o single Jumpin’ Jack flash e o álbum Beggars Banquett. E o grupo marcou uma espécie de despedida da psicodelia com o filme Rock and Roll Circus, um minifestival na qual artistas como Taj Mahal, Jethro Tull, The Who e John Lennon (em sua primeira apresentação solo) tocaram algumas canções e os Stones encerram a festa. Mas a banda não estava em forma e o filme não foi lançado, só sendo comercializado em 1996. Ainda assim, é um marco: a última apresentação de Brian Jones com o grupo.
Brian Jones já estava deveras envolvido com as drogas e se afastava do grupo cada vez mais. Por fim, com sua ausência já quase completa, no início de 1969, a banda decide demiti-lo. Jones pirou seu estado e terminou morrendo em circunstâncias misteriosas em sua própria psicina no mês de julho.

Mick Taylor entrou em 1969, ao mesmo tempo em que o grupo se voltava às suas raízes.
Antes disso, seu lugar foi ocupado pelo excelente guitarrista Mick Taylor, que advinha da banda The Bluesbreakers de John Mayall (a mesma que teve Eric Clapton anos antes). Taylor acrescentou mais melodia ao som da banda, pois vinha da escola de blues rock da Inglaterra, com seus longos solos e fraseados em slides. Sua presença firmou, pela primeira vez, a figura de um guitarrista solo propriamente dito nos Stones. Enquanto Richards e Jones se revezavam na função e, na maioria das vezes praticavam o que o primeiro chamava de “a arte do entraleçamento“, quando não havia funções de ritmo e solo bem definidas e as duas guitarras faziam cada um dos papeis alternadamente; com Taylor os papeis ficaram mais definidos: Richards com os riffs e aberturas, além do ritmo; e Taylor com os solos e fraseados elegantes.

Sticky Finger, de 1971, divide o posto de “melhor disco dos Stones”…
De qualquer modo, foi um acréscimo mais do que interessante e, talvez não por coincidência, foi com Mick Taylor na guitarra que os Rolling Stones gravaram sua sequência mais memorável de álbuns, como Let it BleedSticky Fingers e Exile on Main Street, em 1969, 1971 e 1972, respectivamente. Vem daí a maior parte do repertório que a banda reproduz até hoje nos palcos, com Honk tonk women, Gimme shelter, Brown sugar, Wild horses, Rock off, Tumbling dicedentre outras.
Mas nem tudo eram rosas e as pedras continuaram rolando. Os Stones voltaram aos palcos em 1969, mas seu primeiro show ocorreu no Hyde Park de Londres em julho de 1969, exatamente três dias após a morte de Brian Jones, na qual fizeram uma homenagem. De certo modo, o batismo de Mick Taylor foi um funeral. Em seguida, o grupo encampou uma vitoriosa turnê pelos Estados Unidos, mas além de esnobarem o Festival de Woodstock – o que os tirou da maior festa de rock de todos os tempos – o fim foi trágico: na ânsia de criarem o seu próprio festival, o grupo organizou o Festival de Altmont, em São Francisco, com as bandas The Flying Burrito Brothers, Jefferson Airplane e Crosby, Stills, Nash & Young, mas o festival foi marcado por brigas constantes e insubordinação da plateia, culminando com a gangue de motoqueiros Hell Angels (encarregados da segurança!) matando um rapaz durante o show dos Rolling Stones. Está tudo no filme Gimme Shelter, lançado dois anos depois.

…com Exile on Main Street, de 1972, na opinião de críticos e fãs.

Para muitos a formação com Mick Taylor (segundo esq.) é a melhor da banda.
Uma coisa positiva a seguir foi o fim do contrato com o empresário Allen Klein e a empresa ABCKO e a fundação do selo independente Rolling Stones Records (RSR) que passou a ser distribuído pela Warner Music. Porém, em meio a isso, problemas com o fisco da Inglaterra “obrigaram” a banda a se exilar do próprio país, passando a morar em outros países da Europa, como França ou Suíça. Foi na França que gravaram Exile on Main Street numa maratona de sexo, drogas e rock’n'roll desenfreada que entrou para a história. Quem quiser um curso rápido do que são os Stones em essência, leia Uma Temporada no Inferno com os Rolling Stonesde Robert Greenfield, livro que relata esse período específico.

Versão nacional do livro de Greenfield: tortuante processo de gravação gera um clássico.
Era apenas o início dos anos 1970, período de muitos excessos, principalmente de drogas, mas o sucesso continuou, particularmente com suas turnês mundiais e pelos Estados Unidos, como aquela de 1972, que virou um marco da história do rock, com seus concertos no Madison Square Garden, em Nova York, recém-lançados em vídeo em Ladies and Gentlemen, The Rolling Stones, com a banda captada ao vivo em seu auge.
Contudo, os excessos pagaram seu preço e os álbuns Goats Head Soup e It’s Only Rock’n'Rollde 1973 e 1974, respectivamente, não tinham o mesmo brilho de seus antecessores e desgastaram a banda internamente. O resultado foi, em 1975, Mick Taylor deixar a banda sem grandes explicações. Era o fim de uma era.

Ron Wood (segundo dir.) entra para a banda em 1975.
Foi substituído por Ron Wood, guitarrista britânico com passagens por The Faces e The Jeff Beck Group e um grande amigo de Keith Richards. Longe de ser melódico como Taylor, Wood reprisou o papel de Brian Jones no início, com a “arte do entrelaçamento” com Richards. Masa segunda metade da década não foi generosa para a banda, que sentiu o peso das drogas e dos excessos e não conseguiu manter o nível de qualidade anterior. O próprio Richards viveu seu inferno particular com as drogas, sofrendo prisões, processos judiciais, a possibilidade da cadeia na França e no Canadá, tratamentos contra a dependência em clínicas de reabilitação e o fim do longo relacionamento de mais de dez anos com a modelo e atriz Anita Pallenberg, uma figura-chave no círculo interno da banda.

Some Girls: grande sucesso em meio à Era Disco e ao Movimento Punk.
No entanto, estamos falando dos Rolling Stones, a maior fênix do rock and roll, e tudo mudou. Em 1978, o disco Some Girls, fez um sucesso estrondoso, mas também causou muita polêmica e mal-estar por se aproximar de outros ritmos musicais, como a disco music. Também estavam em meio ao Movimento Punk, que não era muito simpático às “velhas” estrelas do rock. Era o grupo se adaptando para sobreviver e emplacando o hit Miss you no mundo todo. Era o início de uma fase de grande sucesso, que se seguiu com Emotional Rescue, de 1980, e atingiu seu melhor momento em Tattoo You, em 1981, que brindou todos com o hit Start me up

Tattoo You de 1981 trouxe “Start me up”.
Em seguida, veio a ressaca do sucesso e o que Richards chamou de III Guerra Mundial, uma grande briga e disputa entre ele e Jagger que resultou na quase separação  em 1985. Após uma pequena pausa e o freio dos ânimos, a banda se reuniu e voltou com outro sucesso em 1989, com Steel Wheels e os hits Mixed emotions e Rock and a hard placemais a maior turnê mundial já realizada até então. É o início da era das grandes turnês, quando de tempos em tempos, os Stones voltam, lançam um disco de estúdio, fazem uma grande turnê de sucesso e lançam um disco (e um vídeo) ao vivo.

A saída de Wyman transformou a banda em um quarteto. Aqui em 2006 no filme de Martin Scorsese.
O baixista Bill Wyman deixou a banda em 1993 e não foi substituído, com os Stones passando a usar um músico contratado para a função de baixista e se tornando o quarteto que permanece na ativa.
Em 2002, a banda comemorou os 40 anos de atividades com uma coletânea dupla chamada Fourty Licks, que foi seguida por uma grande turnê mundial chamada Licks Tour. Em 2005, lançaram seu mais recente álbum de estúdio, A Bigger Bang, que também rendeu a turnê A Bigger Bang Tour, até 2007, que passou pelo Brasil em 18 de fevereiro de 2006, com um gigantesco show gratuito na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, para um público estimado em 1,5 milhão de pessoas.

A banda em 2010 nos relançamentos de Exile on Main Street: preparando os 50 anos na ativa.
A banda está em pausa desde 2007, mas lançou o filme Shine A Light, com um concerto nos Estados Unidos, dirigido pelo celebrado Martin Scorsese, naquele ano, e em 2011, comemorou os 30 anos do álbum Exile On Main Street, com o lançamento de dois filmes, um documentário sobre as gravações e um concerto da época. Atualmente, trabalham no relançamento do álbum Some Girls (com material extra) e no Stones Archives, um site que vai coletar (e vender) material da banda, como cartazes, filmes e shows; além, é claro, de se prepararem para as comemorações dos 50 anos: um filme-documetnário com depoimentos da banda será lançado e haverá uma turnê em 2013.
As pedras continuarão a rolar.

Rolling Stones: 50 anos de rock.
fonte hqrock

Novo pôster de A Possessão

A Possessão (The Possession), novo filme sobre possessão demoníaca estrelado por Jeffrey Dean Morgan (A Inquilina, Watchmen), teve mais um pôster divulgado, confira.

       

Na trama escrita por Kevin Mannis e Stephen Susco e dirigida por Ole Bornedal, uma jovem compra um caixa que aprisionava o um espírito antigo. Ao abrir, liberta a entidade que acaba possuindo o seu corpo. Resta o seu pai tentar descobrir o segredo desse misterioso artefato e tentar salvar a alma da filha. O longa é baseado em uma história real.
Natasha Calis (Donovan’s Echo), Kyra Sedgwick (À Beira do Abismo) Grant Show, Madison Davenport, Agam Darshi, Quinn Lord, Rob LaBelle, John Cassini, Nana Gbewonyo, Erin Simms, Amanda Dyar, Matisyahu, Anna Hagan e Jim Thorburn também estão no elenco.
A estréia acontece no dia 31 de agosto nos EUA.

Demoidor e Quarteto Fantastico tem novidades nos cinemas



A FOX não deve fazer nenhum anúncio bombástico durante a Comic Con de San Diego, mas o Deadline diz ter informações quentes sobre o andamento de suas franquias superheroizísticas...


Primeiro falaram que o cabra responsável pela reestruturação do Demolidor, o diretor David Sade, VAZOU do projeto, isso porque ele fechou contrato para dirigir a série de TV baseada no personagems Hannibal Lecter...

Não sei se vão tocar o projeto só que com outro diretor, aproveitando o que o Sade já tinha feito até agora, pois acredito que se demorarem muito pra fazer um filme do Demolidor os direitos devem retornar pra Marvel.

Outra informação do Deadline diz respeito ao Quarteto Fantástico, segundo eles aquela idéia IDIOTA de se fazer um filme solo pro VENOM que a Sony teve, e que estava na mão do diretor Josh Trank parece não ir adiante...

Tanto que Trank está acertando com a FOX pra assumir a revitalização da franquia do Quarteto Fantástico, que deve recomeçar do zero sem levar em consideração os filmes anteriores.

Trank dirigiu "Poder Sem Limites" filme sobre adolescentes que ganham superpoders que ganhou ótimas críticas no início do ano.

O que eu acho? Bão, todo mundo achou tanto o Quarteto quanto o Demolidor uns filminhos de merda... Assim como X-men 3... Mas a FOX conseguiu recuperar o prestígio dos mutunas com First Class, que na minha opinião nem é um filme tãããão bom assim como pintaram, mas a galera adorou.

Quem sabe essas reformulações do Demolidor e do Quarteto não consigam o mesmo resultado? Enfim, o Demolas tinha que ter um diretor acostumado a contar histórias com violência urbana e personagens bacans... o Guy Ritchie da época de Snatch e jogos Trapaças e Dois Canos Fumegantes seria ideal.

Espero que escolham bem o ator pra interpretar o Matt Murdock agora, e não botem por algum desses atores de merda que adolescentezinhos adoram... Podiam dar o papel de Demolidor pro Michael C. Hall






Novo pôster de Os Mercenários 2

Os Mercenários 2 (The Expendables 2) continuação do filme de Sylvester Stallone – agora dirigido Simon West (Con Air), teve mais um pôster divulgado. A arte que reúne novamente o elenco principal foi feito para a Comic Con 2012, confira.
            
Na trama escrita por David Agosto (Big Canyon) e Ken Kaufman (Cowboys do Espaço), os Mercenários estão de volta e agora é pessoal! Depois de Tool (Mickey Rourke), o coração e a alma dos Mercenários ser brutalmente assassinado durante uma missão, seus companheiros juram que vingarão o amigo. Mas eles não são os únicos que querem sangue. A filha de Tool, a jovem, bela e rebelde Fiona, embarca na sua própria missão de revanche, complicando as coisas quando é capturada por um ditador que quer destruir um movimento de resistência. Agora, Barney (Silvester Stallone) e os Mercenários precisam arriscar tudo para salvar Fiona e a humanidade.
Jason Statham, Liam Hemsworth, Jet Li, Chuck Norris, Dolph Lundgren, Terry Crews, Jean-Claude Van Damme, Randy Couture e Scott Adkins também estão no elenco.
A Lionsgate definiu a data de estreia do filme para 17 de agosto de 2012.

Novo pôster de Resident Evil 5 : Retribuição

Resident Evil: Retribuição‘ (Resident Evil: Retribution) quinto filme da franquia baseada no jogo “Resident Evil” estrelada por Milla Jovovich, teve mais um pôster divulgado na Comic-Con 2012, confira.
              

Na trama Alice continua a caçar os responsáveis pelo surto do T- virus, uma perseguição que a leva de Tóquio a Nova York, Washington a Moscou, que culminará em uma revelação alucinante que irá forçá-la a repensar todos os fatos.
Michelle Rodriguez, Sienna Guillory, Joey King, Kevin Durand, Meagan Good, Oded Fehr, Bingbing Li, Johann Urb, Shawn Roberts, Boris Kodjoe, Colin Salmon e Mason Cook também estão no elenco.
Dirigido e escrito por Paul W.S. Anderson, Resident Evil: Retribuição tem a estreia marcada para o dia 14 de setembro de 2012.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Superman inaugurando o Universo DC nos cinemas?





Apesar de Zack Snyder já ter dito em entrevistas que o novo filme do Superman deveria seguir a mnesa proposta do Bátema do Nolan de existir sozinho num universo sem outros heróis, parece que a coisa pode ter mudado um pouco...
O Los Angeles Times conversou com o presidente da divisão de cinem,a da Warner, Jeff Robinov, e ele deu algumas dicas sobre o futuro cinematográfico dos personagens da DC... Ele foi meio evasivo, dizendo que obviamente, depois de todo o sucesso obtido, qualquer produção que tenha o nome de Christopher Nolan será promessa de um grande filme... E depois falou que acredita que nos próximos três anos teremos novidades sobre filmes de persoangens da DC aportando nos cinemas.
O site conversou com algumas fontes e elas disseram que a Warner/DC deve divulgar o seu cronograma de filmes no mês que vem, e que há um filme da Liga da Justiça agendado pra acontecer em 2015.
O CBR publicou uma nota hoje dizendo que esse adiamento do Superman pra junho de 2013 não seria apenas para a conversão em 3D do filme, mas também pra adequá-lo a essa nova diretriz de se criar um universo Cinematográfico nos moldes do da Marvel, e que seriam inseridas referências à MULHER-MARAVILHA no filme do Superman.

Vale lembrar que o Nolan declarou em entrevistas que não terá qualquer envolvimento em filmes da Liga ou do possível reboot do Bátema.
O que eu acho? Bão, sempre achei uma besteira esse lance da Warner permitir que seus filmes de heróis não coexistissem num mesmo universo, é uma frescurinha de diretor que não tem uma razão plausível pra existir.
Mas esses papos de que vai existir um universo cinematográico conjunto de personagens da DC e que filmes de super-heróis virão aos borbotões a gente já tá careca de ouvir da Warner, desde que anunciaram que a saga do Harry Potter teria um final (láááá em 2008) eles mimimizam que os filmes de Super Heróis teriam prioridade no estúdio e isso nunca aconteceu.

O Que Esperar de The Dark Knight Rises?


A Mulher-Gato vai ganhar um Oscar? Bane vai apavorar geral? Batman vai ficar aleijado? A Academia vai ignorar Christopher Nolan?
Este fim de semana nos EUA O Cavaleiro das Trevas Ressurge teve uma exibição pra imprensa de Los Angeles em IMAX, na Universal City. Foi a segunda exibição, a primeira foi aquela lá em Nova York que o Hell disse que foi aplaudida de pé, lembram-se?
Pois bem, essa exibição em Los Angeles deu a maior zica. O som tava falhando, ficando fora de sincronia com a imagem e a projeção foi interrompida e CANCELADA com cerca de 45 minutos de exibição. Parece que o cara lá do IMAX ficou lívido tentando se desculpar com a imprensa pois aquela era a única cópia de toda a costa oeste. Os membros da imprensa tiveram que voltar no outro dia, com o cara torcendo pra história não chegar aos ouvidos do Christopher Nolan.
Pois bem, no outro dia todo mundo finalmente assistiu ao filme completo. Uma das presentes era a renomada jornalista brasileira Ana Maria Bahiana. Aliás, sem querer ficar pagando pau, mas a Ana Maria Bahiana é um dos raros brasileiros que se propõe a falar de cinema e SABEM DO QUE ESTÃO FALANDO. Sem contar que o ponto de vista dela é de alguém que vive em Hollywood a muito e conhece a Indústria do Cinema por dentro. Além dela, só deve ter mais uma meia dúzia de brasileiros que realmente compreendem, por exemplo, que ser blockbuster ou ser produção independente não signicam dizer que um filme é melhor ou pior.
Bom, ela não pode comentar o filme em crítica ainda, mas teceu algumas considerações no twitter, SEM SPOILER, ao conversar com os fãs do Morcegão. Seguem aí:
- O filme foi novamente aplaudido ao fim, mas foi menos ovacionado do que em Nova York. Vai ser difícil ver outro longa-metragem de super-heróis depois deste. Apesar dela dizer que preferiu um pouco mais TDK que TDKR, sendo que considera ambos do mesmo nível. A trilogia deve se tornar o modelo pro gênero e os fãs não ficarão decepcionados.
- Tom Hardy DUBLOU todo o diálogo do Bane. Mas fez um grande trabalho de interpretação vocal. Aliás, ele é o exato oposto do Bane na vida real. É muito gentil e educado, sendo um dos mais queridos do elenco. Christian Bale e Anne Hatthaway rasgaram muita seda pro Tom na entrevista pós-exibição.
- A fotografia é espetacular e a trilha sonora é sensacional.
- Existe MUITA história nova, talvez mais do que o necessário, mas Christopher Nolan amarrou toda a trilogia de forma absolutamente magistral. É o terceiro ato perfeito. Rever BB e TDK antes ajuda a assimilar melhor este novo por inteiro, mas TDKR se sustenta totalmente como obra única.
- The Dark Knight Rises é de longe melhor que Os Vingadores. Outro nível.
- Teoricamente Chistopher Nolan, o filme e até Christian Bale tem chances no Oscar, caso a Academia seja mais mente aberta e dependendo da concorrência também. Por isso é muito cedo pra falar. Mas ela disse que caso a Academia não indique o Nolan podem preparar os tomates.
- Anne Hatthaway dá um show e QUASE rouba a cena. Ela foi além das expectativas da maioria das pessoas no papel e alguns já comentam a sua possível indicação ao Globo de Ouro e ao Oscar.
- Apesar de ser muito prematuro falar em premiações Anne a que tem mais chances do elenco. Foi mil vezes mais marcante que a Mulher-Gato da Michelle Pfeifer. A Anne disse numa entrevista após a sessão que se inspirou na atriz Heddy Lamar (do clássico Sansão e Dalila), que foi a inspiração original de Bob Kane pra personagem. Outra coisa que a atriz falou pra jornalista falou foi que, enquanto muitos diretores da indústria estão muito mais interessados em mostrar o corpo feminino, Nolan só exigiu que ela fizesse suas próprias cenas de luta.
- Marion Cotillard tem um papel grande e essencial na trama e também deu um show.
- Joseph Gordon-Levitt está ótimo no filme e também é importante pra trama.
- Bane é o coração do filme. Ele representa algo muito específico e essencial pra história. (isso foi o que me deixou mais curioso) É completamente diferente do Coringa de Heath Ledger, mas vai ficar tão marcado quanto ele.
- Dessa vez este é realmente um filme sobre o Batman e ele brilha.
- O equilíbrio do elenco é um dos pontos fortes.
- A história de TDKR é boa demais. Em todos os sentidos.
- Todas as cenas de lutas de Batman, Bane e Mulher-Gato impulsionam a narrativa e/ou revelam algo sobre os personagens.
- Os fãs do casal Batman/Mulher-Gato ficarão muito felizes com os rumos que Nolan deu a eles.
- Existe um segredo no filme que vai surpreender.
- O final é super satisfatório, lírico, empolgante e fiel a toda a mitologia. O desfecho de Bruce Wayne é absolutamente perfeito.
- TDKR definido em uma palavra: Épico.
- O filme oferece uma solução fantástica pra problemas de coluna. HAHAHAHAHA!!!!
MINHA OPINIÃO:
O funcionário IMAX se fudeu, coitado! BWAHAHAHAHAHAHAHA!!!!!
Acho que a razão dos outros atores ficaram falando bem do Tom Hardy após o filme é porque ele de fato deve estar sinistro em cena e quiseram aliviar um pouco. Tão sinistro quanto o Coringa? Não sei. Mas gostei dos elogios a Anne. Parece que o Jonathan Nolan também falou numa revista que ela merecia um Oscar. O que eu acho que talvez embole o meio-campo é que ela também tem fortes chances de ser indicada pelo musical Le Miserables baseado na obra homônima do Victor Hugo. E o mais engraçado é que por ambos os papéis ela poderia concorrer tanto quanto como Protagonista como por Coadjuvante, depende da interpretação da Academia.
Apesar de que permaneço descrente até o presente momento que ela tenha superado a Michelle e a Julie Newmar no papel. Já a Marion (como é LINDA, meu Deus!) deve ser o que todo mundo estava imaginando mesmo. Que ela é a Talia e despistou nas entrevistas a pedido do Nolan. Já o tal segredo deve ser algo pra esse tipo de filme semelhante ao final de Inception, quando o público descobre o que Cobb fez com Mal.

Sobre o Nolan ganhar um Oscar
... eu sei que eu não tenho muito crédito por aqui por ser fã dele, mas basta dar uma olhada no que falam a Ana Maria Bahiana, outros membros da imprensa internacional e principalmente pessoas de DENTRO da indústria cinematográfica. Eles consideram o Nolan um gênio por ter conseguido o que 99% dos diretores da geração atual não conseguem quando chegam a Hollywood. Fazer filmes de autor dentro do esquemão dos grandes estúdios.

Assim como aconteceu com outros antes dele, a Academia não digere bem um cara que é um grande realizador e ao mesmo tempo é sucesso de bilheteria. Ela diz que aconteceu a mesma coisa com o James Cameron e o Steven Spielberg. E é verdade, isso é histórico. Se formos mais pra trás ainda a Academia esnobou gigantes como Chaplin e Hitchcock pelo mesmo motivo. Eles nunca levaram por trabalho de Direção porque eram considerados "diversão do povo" pelos intelectualóides, só venceram Oscar Honorário anos mais tarde. Mesmo o único filme do Hitch que ganhou o Oscar, Rebeca - A Mulher Inesquecível, era muito mais um filme do produtor David Selznick, não dele.
Até porque é muito muito muito difícil um cineasta com motivações artísticas conseguir triunfar sobre o desejo comercial dos produtores. E no gênero Super-Herói isso ocorreu EXATAMENTE como nos demais. Vimos isso desde a briga entre Richard Donner com os produtores Illya e Alexander Salkind, que substituíram o diretor em Superman II com 80% do filme já concluído, até o recente desentendimento entre Darren Aronofsky com a Fox, que o fez largar o novo filme do Wolverine. E o pior é que o Donner deu uma de Hitchcock e mesmo na versão comum de Superman II dá pra ver ele fazendo uma ponta na cena em que Clark Kent arruma uma briga na lanchonete. Nolan foi uma GRANDE EXCEÇÃO por conseguir concluir seu trabalho com Batman em paz com produtores, público, fãs e sem maiores problemas. Mas daí a ser reconhecido por isso talvez seja ainda mais difícil.
Agora imagina aqueles velhinhos que não indicaram Spielberg por Tubarão indicando o Nolan por Batman. Acho difícil, e nem vou esperar que isso ocorra, embora essa seria a melhor notícia pra todos os nerds do mundo. Ou será que mesmo entre os fãs da Marvel, realmente existe alguém tao estúpido do meio nerd que gostaria que Batman NÃO fosse premiado? Claro que desde que o Peter Jackson ganhou tudo com O Retorno do Rei sempre existe uma possibilidade da ascenção dos nerds... mas infelizmente com o passar dos anos vimos que aquilo foi a excessão e não a regra.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Scott Snyder diz que o retorno do Coringa pode ser a maior história do personagem


 
À essa altura do campeonato, vocês já devem saber que o Coringa vai voltar aos quadrinhos da DC. Se você já sabe disso, pule o próximo parágrafo. Se você não sabia nem que o Coringa tinha ido, segue lendo.

Em setembro de 2011, a DC promoveu o reboot do seu Universo nos quadrinhos. Praticamente tudo zerou e começou de novo, com origens diferentes, visuais diferentes e outras coisas. Numa das primeiras histórias do Batman naquele mesmo mês, a editora apresentou o Dollmaker, um novo vilão do Cavaleiro das Trevas. Basicamente, o Dollmaker era um mestre esfolador que juntava pele das vítimas para fazer uma outra pele. Logo na primeira edição de Detective Comics, o Coringa pede para que o Dollmaker esfole o seu rosto e então foge de Arkham, sendo dado como morto nas edições seguintes.

 

Em entrevista ao Newsarama, o escritor Scott Snyder, um dos mais elogiados da fase atual da DC, deu mais detalhes sobre o retorno do Príncipe Palhaço do Crime e falou até que essa pode ser a maior história do personagem.

“[O retorno do Coringa] é definitivamente maior em magnitude, em termos de história. Quer dizer, para o bem ou para o mal, eu tenho sorte de poder escrever o Batman o tempo todo e sinto que se você tem uma chance dessas, então é melhor você ir com tudo em todas as ocasiões. Assim, o Coringa é o meu vilão favorito, então eu descobri uma maneira de usá-lo. Você tem que usar o Coringa como se nunca fosse ter a chance de usá-lo novamente. Então, essa é uma história bem maior do que qualquer outra que ele tenha tido nos últimos tempos – talvez seja a maior de todas, honestamente“, disse Snyder.

Podemos dizer que ele além de honesto e, também, muito humilde... Se comparar com ...

Grant Morrison - Asilo Arkham
 

Alan Moore - A piada Mortal



Jim Starlin - Morte em Família


 

Mas voltando..

Normalmente, quando eventos desse porte costumavam acontecer no Universo DC, era comum o leitor de comprar outras revistas para poder entender toda a saga na sua plenitude, já que os eventos se espalhavam pelos diversos títulos mensais. A DC prometeu parar com esse tipo de política e Scott Snyder confirmou que não será preciso comprar qualquer outra revista da Família Batman para acompanhar o retorno do Coringa, embora o vilão vá aparecer em outros títulos. atacando outros personagens.

“Há um ano, o Coringa decidiu que iria abandonar Gotham, planejar a sua vingança e voltar para executá-la. Essa história é o que ele tem planejado fazer. E a sua vingança está começando. A revista do Batman será 100% auto-suficiente nessa saga, assim como foi em A Noite das Corujas. Você não vai precisar ler nada mais pra entender a história que está acontecendo na revista do Batman. Eu prometo. Mas como a história é tão grande e como o Coringa vai atacar todos os membros da Família Batman para cumprir o seu plano e expor o segredo que ele guardou, você verá o Coringa atacar o Asa-Noturna em Nightwing. E você verá ele indo atrás da Batgirl em Batgirl. E ele irá atrás do Damian em Batman and Robin. E até mesmo o Tim em Teen Titans. E o Jason em Red Hood and the Outlaws“, explicou o escritor.

Além desses títulos confirmados, a saga do retorno do Coringa ainda pode se extender até a revista da Mulher-Gato e do Esquadrão Suicida, embora essas participações não estejam confirmadas.

Por fim, Scott Snyder também prometeu um novo visual para o vilão, já que ele perdeu o seu rosto em Detective Comics #1: “Obviamente que ele terá um novo visual. Ao mesmo tempo, nós queremos manter a sua aparência icônico. Então esse Coringa terá um visual mais parecido com um filme de terror. Mas, sem querer entregar nada, vocês verão o seu icônico rosto e seu icônico sorriso, apesar dele talvez parecer um pouco diferente e um pouco mais assustador. Mas ele será ele mesmo no seu âmago“, adiantou.

Ou seja, não se preocupem, o Sr. C. estará de volta em breve, pra começar a animar a vida do Batman. O retorno do Coringa começará em Batman #13, em outubro.

O Hobbit – Uma Jornada Inesperada


O Hobbit – Uma Jornada Inesperada (The Hobbit: An Unexpected Journey), primeiro filme baseado na obra de J.R.R. Tolkien (O Senhor dos Anéis) teve seu segundo pôster divulgado. Na arte feita para a Comic-Con 2012, Gandalf (Ian McKellen) é destaque, confira.

Na história de O Hobbit, o mago Gandalf (Ian McKellen) e os 13 anões que formam a companhia contratam Bilbo Bolseiro (Martin Freeman) para uma jornada até a Montanha Solitária, onde tentarão recuperar os pertences dos anões que foram roubados pelo dragão Smaug (voz de Bill Nighy). É nessa aventura que Bilbo encontra o Um Anel que desencadeia a trilogia O Senhor dos Anéis.
James Nesbitt (Bofur), Adam Brown (Ori), Richard Armitage (Thorin Escudo-de-Carvalho),Aidan Turner (Kili), Rob Kazinsky (Fili), Graham McTavish (Dwalin), John Callen (Oin),Stephen Hunter (Bombur), Mark Hadlow (Dori), Peter Hambleton (Gloin), Ken Stott (Balin),Jed Brophy (Nori) e William Kircher (Bifur) vivem os anões da companhia.
Galadriel (Cate Blanchett), Frodo (Elijah Wood) e Sméagol (Andy Serkis) voltam nos seus papéis de origem. Mikael Persbrandt como o transmorfo Beorn, Sylvester McCoy como o feiticeiro Radagast, o Castanho, Ryan Gage como o hobbit Drogo Bolseiro, o pai de Frodo, e os recém-confirmados Jeffrey Thomas e Mike Mizrahi como os reis anões Thror e Thrain fecham por enquanto o elenco.
“O Hobbit: Uma Jornada Inesperada” tem previsão de estreia em 14 de dezembro de 2012. O segundo filme, “O Hobbit: Lá e de Volta Outra Vez”, está previsto para ser lançado no ano seguinte, a partir de 13 de dezembro de 2013.

Novo trailer de A Origem dos Guardiões


A Origem dos Guardiões (Rise of the Guardians), a nova animação da DreamWorks, teve seu segundo e divertido trailer divulgado, assista.
                

Dirigido por Peter Ramsey e William Joyce, o longa é baseado na série de livros ‘The Guardians of Childhood’, de William Joyce, a história segue os heróis da nossa infância. Papai Noel, Coelho da Páscoa, Fada dos Dentes se unem para salvar o mundo do malvado Bicho-Papão. Ele pretende iniciar uma era da escuridão, que destruirá o sonho de todas as crianças.
Hugh Jackman, Isla Fisher, Chris Pine, Jude Law, Alec Baldwin e Dakota Goyo emprestam suas vozes no original.
Produzido por Guilhermo del Toro, Rise of the Guardians estreia em 3D em 21 de novembro, nos EUA. No Brasil, em 30 de novembro.

Primeiro pôster de Pacific Rim


Pacific Rim, a esperada ficção cientifica dirigida por Guillermo Del Toro, estrelada por Idris Elba Charlie Hunnam teve seu primeiro pôster divulgado na Comic-Con 2012, confira.

Na trama, Quando uma legião de monstruosas criaturas denominadas Kaiju começaram a emergir do mar, começa uma guerra que pode acabar com milhões de vidas e os recursos da Terra.
A derrota está próxima, e os governantes tomam uma atitude drástica: colocar dois improváveis heróis – um ex-piloto (Charlie Hunnam) e uma cadete inexperiente (Rinko Kikuchi) – para comandar um antigo e lendário Jaeger. Eles são a última esperança da humanidade contra o apocalipse eminente.
Charlie DayMax MartiniWillem DafoeRobert KazinskyClifton Collins Jr.Diego Klattenhoff e Ron Perlman também estão no elenco. A estreia está prevista para o dia 12 de julho de 2013.

OS MELHORES COSPLAYERS DA SEMANA



 
Arrietty, cosplayed by TheBird-TheBee, photographed by Morataya


Catwoman, cosplayed by VelvetNeko, photographed by Dominguez Michael


Tomoyo Daidouji, photographed by SAlbi


American Dream, cosplayed by rose0fmay, photographed by T Brindisi Photography


Vaan, cosplayed by AmenoKitarou, photographed by beethy


Emma Frost, cosplayed by shut-up-and-duel-me, photographed by nemovalkyrja


Lady Amalthea, cosplayed by Lilian-hime, photographed by Mary Ilyina


The Joker & Harley Quinn, cosplayed by Gotham Public Works, photographed by IndieNate


Princess Tiana, cosplayed by xAleux, photographed by Chi Hong Wong


Star Sapphire, cosplayed by GraceyDarling


Lara Croft, photographed by illyne


Kratos, photographed by pandorynha [source]


Power Girl, cosplayed by Ashley Riot, photographed by lenlenlen1