segunda-feira, 16 de julho de 2012

Game do Deadpool


Na San Diego Comic Con desse ano, nos foi apresentado pela High Moon Studios em parceira com a Activision, um jogo do bocudo preferido do mundo das HQs(pelo menos é o meu), sem mais delongas, vejam o vídeo de apresentação do game.


                      

Marvel, Dark Horse, Mark Waid e o Demolidor DOMINAM a lista de vencedores dos Eisner Awards!



SAN DIEGO ~ Noite de sexta de Comic-Con é, tradicionalmente, dia de festa para a indústria dos quadrinhos com os Eisner Awards – e não, não vou falar que é o “Oscar dos quadrinhos”, como a própria organização do evento chama a premiação. Neste momento todo mundo fica sabendo quais roteiristas, desenhistas, gibis e editoras se saíram melhor no ano anterior. E na lista de ontem, a Casa das Ideias fez uma RAPA.

Marvel levou nada menos que CINCO troféus pra casa, incluindo Melhor Artista de Capa (Francesco Francavilla por Daredevil, entre outros) e Melhor Série Limitada (por Criminal: The Last of the Innocent, de Ed Brubaker e Sean Phillips). Porém, foi a nova fase do Demolidor que garantiu o bom desempenho da editora, tendo vencido nas categorias Melhor Roteirista (Mark Waid, também escolhido pelo trabalho emIrredeemable/Incorruptible), Melhor Edição (Daredevil #7) e Melhor Série Continua. No total, o personagem estava indicado em seis categorias.
É bom o Homem Sem Medo comprar uma estante grande pra colocar tantos prêmios em casa. 
A editora do Cavalo Negro também teve uma noite para não esquecer tão cedo. Também foram cinco prêmios para a Dark Horse, incluindo Melhor Antologia (por Dark Horse Presents), Melhor Trabalho Baseado na Realidade (por Green River Killer: A True Detective Story, de Jeff Jensen e Jonathan Case).
No caso da DC, fiasco total. Foi apenas um prêmio, que foi para Laura Allred de iZombie (do selo Vertigo) e Madman All-New Giant-Size Super-Ginchy Special (aí já pela Image).
A lista completa AND oficial dos vencedores do Eisner Awards de 2012 é esta aqui:
Melhor HQ curta
"The Seventh," de Darwyn Cooke, em Richard Stark's Parker: The Martini Edition (IDW)"A Brief History of the Art Form Known as Hortisculpture," de Adrian Tomine, em Optic Nerve #12 (Drawn & Quarterly)
"Harvest of Fear," de Jim Woodring, em The Simpsons' Treehouse of Horror #17 (Bongo)
"The Phototaker," de Guy Davis, em Metal Hurlant vol. 2 (Humanoids)
"The Speaker," de Brandon Graham, em Dark Horse Presents #7 (Dark Horse)
Melhor edição (ou especial)
Daredevil #7, de Mark Waid, Paolo Rivera e Joe Rivera (Marvel)
Ganges #4, de Kevin Huizenga (Fantagraphics)
Locke & Key: Guide to the Known Keys, de Joe Hill e Gabriel Rodriguez (IDW)
Princeless #3,de Jeremy Whitley e M. Goodwin (Action Lab)
The Unwritten #24: "Stairway to Heaven" de Mike Carey, Peter Gross e Al Davison (Vertigo/DC)
Melhor série
Daredevil, de Mark Waid, Marcos Martin, Paolo Rivera e Joe Rivera (Marvel)
Naoki Urasawa's 20th Century Boys, de Naoki Urasawa (VIZ Media)
Rachel Rising, de Terry Moore (Abstract Studio)
Ultimate Comics Spider-Man, de Brian Michael Bendis e Sara Pichelli (Marvel)
Usagi Yojimbo, de Stan Sakai (Dark Horse)
Melhor minissérie
Criminal: The Last of the Innocent, de Ed Brubaker e Sean Phillips (Marvel Icon)
Atomic Robo and the Ghost of Station X, de Brian Clevinger e Scott Wegener (Red 5)
Flashpoint: Batman—Knight of Vengeance, de Brian Azzarello e Eduardo Risso (Vertigo/DC)
The New York Five, de Brian Wood e Ryan Kelly (Vertigo/DC)
Who Is Jake Ellis? de Nathan Edmondson & Tonci Zonjic(Image)
Melhor publicação para crianças (até 7 anos)
Dragon Puncher Island, de James Kochalka (Top Shelf)
Beauty and the Squat Bears, de Émile Bravo (Yen Press)
Benjamin Bear in Fuzzy Thinking, de Philippe Coudray (Candlewick/Toon Books)
Nursery Rhyme Comics, editada por Chris Duffy (First Second)
Patrick in a Teddy Bear's Picnic, de Geoffrey Hayes (Candlewick/Toon Books)
Melhor publicação para crianças (8 a 12 anos)
Snarked, de Roger Langridge (kaboom!)
The All-New Batman: The Brave and the Bold, de Sholly Fisch, Rick Burchett e Dan Davis (DC)
Amelia Rules: The Meaning of Life . . . And Other Stuff, de Jimmy Gownley (Atheneum)
The Ferret's a Foot, de Colleen AF Venable e Stephanie Yue (Graphic Universe/Lerner)
Princeless, de Jeremy Whitley e M. Goodwin (Action Lab)
Zita the Space Girl, de Ben Hatke(First Second)
Melhor publicação para jovens (12 a 17 anos)
Anya's Ghost, de Vera Brosgol (First Second)
Around the World, de Matt Phelan (Candlewick)
Level Up, de Gene Yang e Thien Pham (First Second)
Life with Archie, de Paul Kupperberg, Fernando Ruiz, Pat & Tim Kennedy, Norm Breyfogle et al. (Archie)
Mystic, de G. Willow Wilson e David Lopez (Marvel)
Melhor antologia
Dark Horse Presents, editada por Mike Richardson (Dark Horse)
Nelson, editada por Rob Davis e Woodrow Phoenix (Blank Slate)
Nursery Rhyme Comics, editada por Chris Duffy (First Second)
The Someday Funnies, editada por Michel Choquette (Abrams ComicArts)
Yiddishkeit: Jewish Vernacular and the New Land, editada por Harvey Pekar e Paul Buhle (Abrams ComicArts)
Melhor publicação de humor
Milk & Cheese: Dairy Products Gone Bad, de Evan Dorkin (Dark Horse Books)
The Art of Doug Sneyd: A Collection of Playboy Cartoons (Dark Horse Books)
Chimichanga, de Eric Powell (Dark Horse)
Coffee: It's What's for Dinner, de Dave Kellett (Small Fish)
Kinky & Cosy, de Nix (NBM)
Melhor HQ digital
Battlepug, de Mike Norton, www.battlepug.com
Bahrain, de Josh Neufeld, www.cartoonmovement.com/comic/24
Delilah Dirk and the Turkish Lieutenant, de Tony Cliff,www.delilahdirk.com
Outfoxed, de Dylan Meconis, www.dylanmeconis.com/outfoxed
Sarah and the Seed, de Ryan Andrews,www.ryan-a.com/comics/sarahandtheseed01.htm
Melhor obra baseada em fatos
Green River Killer: A True Detective Story, de Jeff Jensen e Jonathan Case (Dark Horse Books)
Around the World, de Matt Phelan (Candlewick)
Marzi: A Memoir, de Marzena Sowa e Sylvain Savoia (Vertigo/DC)
Onward Towards Our Noble Deaths, de Shigeru Mizuki (Drawn & Quarterly)
Vietnamerica, de GB Tran (Villard)
Melhor álbum gráfico - inédito
Jim Henson's Tale of Sand, adaptado por Ramón K. Pérez (Archaia)
Bubbles & Gondola, de Renaud Dillies (NBM)
Freeway, de Mark Kalesniko (Fantagraphics)
Habibi, de Craig Thompson (Pantheon)
Ivy, de Sarah Olekysk (Oni)
One Soul, de Ray Fawkes (Oni)
Melhor álbum gráfico - republicação
Richard Stark's Parker: The Martini Edition, de Darwyn Cooke (IDW)
Big Questions, de Anders Nilsen (Drawn & Quarterly)
The Death Ray, de Dan Clowes (Drawn & Quarterly)
WE3: The Deluxe Edition, de Grant Morrison e Frank Quitely (Vertigo/DC)
Zahra's Paradise, de Amir e Khalil (First Second)
Melhor projeto/coleção arquivo - tiras
Walt Disney's Mickey Mouse vols. 1-2, de Floyd Gottfredson, editada por David Gerstein e Gary Groth (Fantagraphics)Flash Gordon and Jungle Jim, de Alex Raymond e Don Moore, editada por Dean Mullaney (IDW/Library of American Comics)
Forgotten Fantasy: Sunday Comics 1900–1915, editada por Peter Maresca (Sunday Press)
Prince Valiant vols. 3-4, de Hal Foster, editada por Kim Thompson (Fantagraphics)
Tarpé Mills's Miss Fury Sensational Sundays, 1944–1949, editada por Trina Robbins (IDW/Library of American Comics)
Melhor projeto/coleção arquivo - revistas em quadrinhos
Walt Simonson's The Mighty Thor Artist's Edition (IDW)
Government Issue: Comics for the People: 1940s–2000s, editada por Richard L. Graham (Abrams ComicArts)
The MAD Fold-In Collection, de Al Jaffee(Chronicle)
PS Magazine: The Best of Preventive Maintenance Monthly, de Will Eisner (Abrams ComicArts)
The Sugar and Spike Archives, vol. 1, de Sheldon Mayer (DC)
Melhor edição estadunidense de material estrangeiro
The Manara Library,vol. 1: Indian Summer and Other Stories, de Milo Manara com Hugo Pratt (Dark Horse Books)
Bubbles & Gondola, de Renaud Dillies (NBM)
Isle of 100,000 Graves, de Fabien Vehlmann e Jason (Fantagraphics)
Like a Sniper Lining Up His Shot, de Jacques Tardi e Jean-Patrick Manchette (Fantagraphics)
Night Animals: A Diptych About What Rushes Through the Bushes, de Brecht Evens (Top Shelf)
Melhor edição estadunidense de material estrangeiro: Ásia
Onward Towards Our Noble Deaths, de Shigeru Mizuki (Drawn & Quarterly)
A Bride's Story, de Kaoru Mori (Yen Press)
Drops of God, de Tadashi Agi e Shu Okimoto(Vertical)
Saturn Apartments, vols. 3-4, de Hisae Iwaoka (VIZ Media)
Stargazing Dog, de Takashi Murakami (NBM)
Wandering Son, vol. 1, de Shimura Takako (Fantagraphics)
Melhor escritor
Mark Waid, Irredeemable, Incorruptible (BOOM!); Daredevil (Marvel)
Cullen Bunn, The Sixth Gun (Oni)
Mike Carey, The Unwritten (Vertigo/DC)
Jeff Jensen, Green River Killer: A True Detective Story (Dark Horse Books)
Jeff Lemire, Animal Man, Flashpoint: Frankenstein and the Creatures of the Unknown, Frankenstein: Agent of S.H.A.D.E. (DC); Sweet Tooth (Vertical/DC)
Melhor escritor/ilustrador
Craig Thompson, Habibi (Pantheon)
Rick Geary, The Lives of Sacco e Vanzetti (NBM)
Terry Moore, Rachel Rising (Abstract Studio)
Sarah Oleksyk, Ivy (Oni)
Jim Woodring, Congress of the Animals (Fantagraphics), "Harvest of Fear," em The Simpsons' Treehouse of Horror #17 (Bongo)
Melhor desenhista/arte-finalista ou dupla desenhista/arte-finalista
Ramón K. Pérez, Jim Henson's Tale of Sand (Archaia)
Michael Allred, iZombie (Vertigo/DC); Madman All-New Giant-Size Super-Ginchy Special (Image)
Chris Samnee, Captain America and Bucky, Ultimate Spider-Man #155 (Marvel)
Marcos Martin, Daredevil (Marvel)
Paolo Rivera/Joe Rivera, Daredevil (Marvel)
Melhor capista
Francesco Francavilla, Black Panther (Marvel); Lone Ranger, Lone Ranger/Zorro, Dark Shadows, Warlord of Mars (Dynamite); Archie Meets Kiss (Archie)
Michael Allred, iZombie (Vertigo/DC)
Victor Kalvachev, Blue Estate (Image)
Marcos Martin, Daredevil, Amazing Spider-Man (Marvel)
Sean Phillips, Criminal: The Last of the Innocent (Marvel Icon)
Yuko Shimizu, The Unwritten (Vertigo/DC)
Melhor colorista
Laura Allred, iZombie (Vertigo/DC); Madman All-New Giant-Size Super-Ginchy Special(Image)
Bill Crabtree, The Sixth Gun (Oni)
Ian Herring e Ramón K. Pérez, Jim Henson's Tale of Sand (Archaia)
Victor Kalvachev, Blue Estate (Image)
Cris Peter, Casanova: Avaritia, Casanova: Gula (Marvel Icon)
Melhor letreirista
Stan Sakai, Usagi Yojimbo (Dark Horse)
Deron Bennett, Billy Fog, Jim Henson's Dark Crystal, Jim Henson's Tale of Sand, Mr. Murder Is Dead (Archaia); Helldorado, Puss N Boots,Richie Rich (APE Entertainment)
Jimmy Gownley, Amelia Rules! The Meaning of Life . . . e Other Stuff (Atheneum)
Laura Lee Gulledge, Page de Paige (Amulet Books/Abrams)
Tom Orzechowski, Manara Library, with L. Lois Buholis(Dark Horse); Manga Man (Houghton Mifflin); Savage Dragon (Image)
Melhor jornalismo relacionado a quadrinhos
The Comics Reporter, produzido por Tom Spurgeon, www.comicsreporter.com
The AV Club Comics Panel, de Noel Murray, Oliver Sava et al., www.avclub.com/features/comics-panel/
The Beat, produced de Heidi MacDonald et al., www.comicsbeat.com
The Comics Journal, editado por Gary Groth e The Comics Journal website, www.tcj.com, editado por Timothy Hodler and Dan Nadel (Fantagraphics)
TwoMorrows Publications: Alter Ego, editada por Roy Thomas; Back Issue; editada por Michael Eury; Draw, editada por Mike Manley; and Jack Kirby Collector, editada por John Morrow
Melhor obra educacional/acadêmica (EMPATE)
Cartooning: Philosophy & Practice, de Ivan Brunetti (Yale University Press)
Hand of Fire: The Comics Art of Jack Kirby, de Charles Hatfield (University Press of Mississippi)
Alan Moore: Conversations, ed. de Eric Berlatsky (University Press of Mississippi)
Critical Approaches to ComicsTheories and Methods, editada por Matthew J. Smith e Randy Duncan (Routledge) 
Projections: Comics and the History of 21st Century Storytelling, de Jared Gardner (Stanford University Press)
Melhor livro relacionado a quadrinhos
MetaMaus, de Art Spiegelman (Pantheon)
Archie: A Celebration of America's Favorite Teenagers, editado por Craig Yoe (IDW/Yoe Books)
Caniff: A Visual Biography, editado por Dean Mullaney (IDW/Library of American Comics)
Drawing Power: A Compendium of Cartoon Advertising, editado por Rick Marschall e Warren Bernard (Fantagraphics/Marschall Books)
Genius Isolated: The Life and Art of Alex Toth, design de Dean Mullaney (IDW/Library of American Comics)
Melhor design de publicação
Jim Henson's Tale of Sand, design de Eric Skillman (Archaia)
Genius Isolated: The Life and Art of Alex Toth, design de Dean Mullaney (IDW/Library of American Comics)
Kinky & Cosy, design de Nix (NBM)
The MAD Fold-In Collection, design de Michael Morris (Chronicle)
Richard Stark's Parker: The Martini Edition, design de Darwyn Cooke (IDW)
Hall da Fama
Já foram selecionados Rudolph Dirks (Os Sobrinhos do Capitão) e Harry Lucey (co-criador deArchie). Mais quatro foram anunciados na premiação, marcados na lista abaixo:
Bill Blackbeard
Howard Chaykin
Richard Corben
Carlos Ezquerra
Lee Falk
Bob Fujitani
Jesse Marsh
Tarpe Mills
Mort Meskin
Dennis O'Neil
Dan O'Neill
Katsuhiro Otomo
Trina Robbins
Gilbert Shelton

CONHEÇA A NOVA ARMADURA DO HOMEM DE FERRO


Revelada no "Salão das Armaduras"  na San Diego Comic-Con, a nova armadura de Tony Stark (Robert Downey Jr.) em Homem de Ferro 3, e é muito diferente de versões anteriores. Consequência da suposta trama 'Extremis'. Confira!!!








Neil Gaiman escreverá prelúdio de Sandman


Segundo fontes confiáveis, a DC Comics convenceu Neil Gaiman a voltar a escrever Sandman. A nova história será um prelúdio, e será publicada como minissérie em 2013 nos EUA. O ilustrador responsável será J.H. Williams III, de Promethea e atualmente trabalhando na revista Batwoman dos Novos 52.


A DC já divulgou a primeira imagem do projeto (imagem acima) e uma explicação de Gaiman sobre a trama: "Quando terminei de escrever Sandman, ainda tinha uma história a ser contada. A história do que aconteceu com Morpheus que o permitiu ser tão facilmente capturado em Sandman 1, e porque ele veio de tão longe, extremamente exausto, e vestido para guerra. Era uma história que eu queria ter contado no aniversário de vinte anos da série, mas o tempo nos escapou. E agora, com o aniversário de 25 anos se aproximando, estou encantado e nervoso porque isso finalmente será revelado.”

AS MELHORES COSPLAYERS

Cyclops

Photographs By Sebastian Jespersen
Comic Con 2012

Comic Con 2012

Comic Con 2012

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Photographs By Bitspitter
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Photographs By DTJAAAAM
Silk Spectre

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Photographs By Nathan Rupert
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Tilted Kilt girls with photobomb

Cyclops

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Photographs By David Crewe
San Diego Comic-Con 2012

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Photographs By John Austin
San Diego Comic-Con 2012

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Photographs By Cesar Vasquez

















Cesar Vivid Photography

Veja o primeiro pôster de Superman – O Homem de Aço

E já rolou o painel de Superman – O Homem de Aço lá na Comic-Con 2012. Um pequeno trailer do filme foi liberado, que ainda não caiu na rede (mas deve cair em breve), e, além disso, o primeiro teaser pôster do longa foi divulgado.
Veja abaixo:
A textura desse uniforme me lembra MUITO aquelas cotas de malha usadas por cavaleiros na Idade Média. A função dessas cotas era desviar os ataques de espadas, o que não deve ser muito para o Superman. Mas o efeito visual é legal.
Superman – O Homem de Aço tem direção de Zack Snyder, no elenco estão Henry Cavill (Clark Kent/Superman), Amy Adams (Lois Lane), Antje Traue (Faora)Julia Ormand (Lara), Laurence Fishburne (Perry White), Diane Lane (Martha Kent), Russel Crowe (Jor-El), Kevin Costner (Jonathan Kent) Michael Shannon (Zod). O filme será lançado dia 14 de junho de 2013.

SDCC 2012 | Descubra as novidades do Marvel Studios


Marvel realiza seu painel ontem na Comic-Con 2012, várias novidades já começaram a circular. Como datas e os teasers da fase 2 da Marvel no Cinemas.
 Thor - The Dark World -  Data de lançamento: 8 de novembro de 2013
Além disso, os testes realizados recentemente por Edgar Wright para o Homem-Formiga devem ser exibidos para os fãs.
Veja ainda os teasers e datas das produções de Capitão América e Guardiões das Galáxias.


[atualizado com arte conceitual dos GUARDIÕES DAS GALÁXIAS]. CONFIRA!!
O filme dos Guardiões da Galáxia foi anunciado como o próximo projeto do estúdio: "Será a Marvel no espaço. É um grande conceito e uma grande ideia e potencialmente um dos nossos filmes no futuro".
Guardians of The Galaxy - Data de lançamento: 1º de agosto de 2014
                    

                     
O executivo também falou sobre o filme do Pantera Negra e sobre as dificuldades que a adaptação deve enfrentar: "Ele tem muitas das mesmas caracteristicas do Capitão América: grande caráter, bons valores. Mas é talvez um pouco mais difícil criar o seu universo. É sempre mais fácil basear aqui. Por exemplo, Homem de Ferro 3 está situado aqui em Los Angeles e em Nova York. Quando você trabalha com outros mundos, sempre enfrenta algumas dificuldades".
Captain America - The Winter Soldier - Data de lançamento: 4 de abril de 2014
                             
                             

Marvel divulga imagens das consequências de Vingadores vs. X-Men


A mega-saga Avengers vs. X-Men já se encaminha para a sua reta final nos quadrinhos. Mas como todo mega-saga que se preze, ela precisa gerar algumas revistas depois, lidando com as consequências do que vai acontecer.

Algumas dessas consequências levarão ao Marvel NOW, “relançamento” de alguns títulos da Marvel, que voltarão ao número #1 com os heróis recebendo novos uniformes.
A Casa das Idéias divulgou alguns teasers na Comic-Con 2012 sobre algumas revistas criadas para trabalhar o futuro pós-AvX. Vamos dar uma olhada neles:
Essa é a capa de Avengers vs. X-Men #12, último capítulo da saga. Pelo visto, o Homem de Ferro terá papel vital no fim da batalha entre Avengers vs. X-Men. Destaque para a presença da Feiticeira Escarlate e de Hope Summers, que vão brigar em algum ponto da saga.
A-Babies vs. X-Babies –  a Marvel aproveitou o sucesso absurdo dessa arte feita Skottie Young para anunciar A-Babies vs. X-Babies, uma revista estrelada pelos personagens da Marvel bebês.
A revista será escrita por Young e terá a participação de Guruhiro nos desenhos.
Um teaser de Marvel NOW, com destaque para Nick Fury Jr.
Teasers de Avengers vs. X-Men Consequences, a revista que vai, literalmente, mostrar as consequências do fim da batalha em AvX. Pela capa divulgada, dá pra assumir que os Vingadores vão ganhar? E, de quem é o corpo mostrado na capa? Será do Ciclope, líder da Fênix Cinco? Ou talvez do Namor, que deve se tornar persona non-grata depois de destruir Wakanda?
A equipe técnica da revista é recheada com Kieron Gillen, Tom Raney, Mark Brooks, Steve Kurth e Dave Eaglesham.
Mais dois teasers de uma nova revista chamada A plus X (Avengers + X-Men). O título dessa vez coloca Vingadores e X-Men lado a lado, com roteiros de Jeph Loeb e Dan Slott e artes de Dale Keown e Ron Garney. Detalhe para os novos visuais do Homem de Ferro e da Tempestade(aquela é a Warbird, personagem da revista Wolverine and the X-Men, como bem lembrou o André nos comentários)

O Espetacular Homem-Aranha já arrecada mais de $500 milhões nas bilheterias mundiais



Box Office Mojo divulgou as estimativas das bilheterias de cinema pelo mundo todo nesse fim de semana, trazendo uma boa notícia para os executivos da Sony e fãs do Homem-Aranha nos cinemas.

Segundo o site, o novo filme do Cabeça de Teia, estrelado por Andrew Garfield (A Rede Social), já arrecadou $521 milhões de dólares ao redor do mundo, já ultrapassando com folga o seu custo de produção. Assim, o segundo filme (que já foi confirmado pela Sony), não corre risco de não acontecer.
Apesar disso tudo, os resultados poderiam ser melhores para o Amigão da Vizinhança, que foi tirado do topo das bilheterias nesse fim de semana pela animação Era do Gelo 4: Deriva Continental. O novo filme do esquilo Scrat arrecadou $46 milhões de dólares nesse fim de semana, contra $35 milhões de O Espetacular Homem-Aranha.
Para completar o cenário negro para o herói da Marvel, na próxima sexta-feira estréia nos EUA o filme Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge. A expectativa é que o longa dirigido porChristopher Nolan (A Origem) domine as bilheterias americanas, mundiais e interplanetárias.
Ainda assim, os executivos da Sony estão esperançosos que O Espetacular Homem-Aranha chegue na marca dos $800 milhões de dólares ao redor do mundo, mais ou menos a mesma marca que cada filme da trilogia de Sam Raimi alcançou.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Rolling Stones fazem 50 anos ! Conheça a maior banda de rock de todos os tempos!


                                   
Os Rolling Stones hoje em frente ao Marquee Club, onde fizeram seu primeiro show, em 12 de julho de 1962.
Hoje é um dia para se comemorar no rock. Comemorar muito! Em 12 de julho de 1962, há exatos 50 anos, os Rolling Stones faziam o seu primeiro show no Marquee Club de Londres. A banda até se reuniu em frente ao velho clube para tirar fotos nesse marco histórico (veja ao lado). A imagem de Mick Jagger, Keith Richards, Ron Wood e Charlie Watts – todos com mais de 60 anos – ao lado do clube ilustra com perfeição a resistência e o poder dessa banda incrível, uma das mais importantes do rock e membro de um panteão que só deve ter outros quatro ou cinco membros.
Nenhuma outra banda se manteve na ativa por tanto tempo mantendo tal interesse. The Rolling Stones completam 50 anos ativos e unidos, já ensaiando para uma turnê no ano que vem. Nenhuma outra banda de rock de tamanha relevância permaneceu na ativa de maneira ininterrupta por tanto tempo. Todas as outras “grandes” encerraram sua carreira, embora algumas até tenham voltado depois em uma ocasião ou outra. Mas o Rolling Stones nunca acabaram. Mesmo com brigas, sexo, drogas e rock’n'roll, permanecem unidos e sacudindo o mundo em suas grandes turnês.
Para celebrar a data,o informa-informa  – apresenta o mito de origem do grupo. Junte-se a nós e aumente o volume!
Mito Fundador

Os Stones comportados na capa de seu segundo álbum.
A história do rock é cheia de mitos, particularmente quanto à formação das bandas. Os Rolling Stones têm um dos mais famosos mitos fundadores entre todos: Mick Jagger e Keith Richards se conheciam desde crianças, quando foram vizinhos em Dartford, periferia no sudeste de Londres, mas tornaram-se mais do que colegas adolescentes quando se reencontraram em uma estação de trem com o primeiro carregando álbuns de Chuck Berry e Muddy Waters e ambos descobriram gostos musicais comuns. E Keith Richards garante, em seu livro Vida que é tudo verdade e ocorreu em 1960!
Enquanto escutavam discos juntos, Jagger e Richards logo descobriram seus talentos naturais para o canto e a guitarra, respectivamente, e logo sonhavam em montar uma banda. Pouco depois, se juntou a eles um rapaz chamado Dick Taylor, que anos mais tarde formaria a banda Pretty Things.
Formando a banda

A banda usou ternos em seus shows até por volta de 1966, quando aderiram à moda psicodélica.
Em fins de 1961, se formou em Londres um forte movimento de R&B que teve como artífice a banda The Blues Incorporated, fundada pelo guitarrista Alexis Corner e o gaitista Cyrill Davies. Dezenas de jovens músicos circulavam em torno da banda e o público para vê-los tocar no Earling Jazz Club aumentava cada vez mais. Foi assistindo a um show do Blues Incorporated que Eric Clapton decidiu se tornar um guitarrista profissional. Com Jagger, Richards e Taylor não foi diferente: o trio ficou impressionado, certa vez, quando assistiu a uma performance da banda com Korner, Nick Hopkins no piano, Jack Bruce e Ginger Baker no baixo e na bateria (dupla que anos mais tarde formaria o Cream com Eric Clapton) e um jovem loiro e maluco chamado Brian Jones no slide guitar.

Cheios de energia e selvageria, os Stones eram frutos da forte cena de R&B de Londres, que gerou Yardbirds, Eric Clapton, Jeff Beck, Jimmy Page e o “filho” deste, o Led Zeppelin.
Ninguém tocava slide guitar na Inglaterra – técnica popularizada pelo bluesman Elmore James na qual se arrasta um dedal de metal ou vidro sobre as cordas da guitarra – e Jones causava a maior sensação. No fim das contas, o trio terminou ficando amigo de Jones e os quatro começaram a pensar em montar uma banda juntos. Não demorou nada para que Jones colocasse Jagger e Richards para tocarem um pequeno set com o Blues Incorporated, sempre aberto a membros ocasionais.
A nova banda só se formou mesmo quando outro músico do Incorporated, o pianista Ian Stewart, conseguiu o sótão de um bar para que os jovens ensaiassem e nascesse, assim, os The Rolling Stones, no início de 1962.
Em busca do sucesso

O trunfo dos Stones foi consolidar seu sucesso nos EUA. Aqui, ao vivo no The Ed Sullivan Show.
Em sua primeiríssima formação, os Rolling Stones eram um sexteto com: Mick Jagger nos vocais e gaita; Keith Richards e Brian Jones nas guitarras; Ian Stewart no piano; Dick Taylor no baixo; e Tony Chapman na bateria; e foram eles quem fizeram o seu primeiro show no Marquee Club em 12 de julho de 1962. O repertório inicial da banda, que se manteria pelos primeiros anos, era uma mistura do tradicional eletric blues de Chicago (Muddy Waters, John Lee Hooker e as composições de Willie Dixon) com uma abordagem mais R&B (Chuck Berry, Bo Didley).
A banda começou a ganhar espaço no circuito R&B de Londres, mas sofreu duas mudanças significativas: o baixista Bill Wyman entrou em dezembro de 1962; e o baterista Charlie Watts, outro ex-membro do Blues Incorporated, ingressou em janeiro de 1963, estabelecendo a formação oficial da banda.

O primeiro álbum, The Rolling Stones, em 1964: empurrãozinho dos Beatles.
Já com a nova formação ocorreu a grande virada da banda: era 1963 e o empresário Giorgio Gomelski decidiu aproveitar o potencial da banda e a escalou para shows nas tardes de domingo no Crawdaddy Club, em Richmond, local que em breve se tornou o point de perigrinação dos amantes de música de Londres. O contexto também mudava: os Beatles estouravam nas paradas de sucesso e levavam o rock para a imprensa de massa, o rádio e a televisão de modo inédito na Inglaterra.
E foi dos Beatles que veio um dos passos decisivos da carreira dos Stones. O jovem Andrew Loog Oldham só tinha 19 anos, mas fazia parte do staff do quarteto de Liverpool, atuando na parte de divulgação como assistente do superempresário Brian Epstein. Ao ver os Stones ao vivo, o garotou pensou que era a oportunidade de ter uma banda para chamar de sua e assinou um contrato com a banda, junto ao amigo Eric Easton. Oldham aproveitou todo o seu conhecimento adquirido com os Beatles para usar a favor de sua nova banda: assinaram um contrato de benefício inéditos para a banda com a poderosa gravadora Decca, que incluía total liberdade criativa; a propriedade dos tapes de gravação e o dobro do royalities normalmente pagos aos artistas.

No início, Brian Jones era a alma musical da banda. Mas foi eclipsado pela dupla de compositores Mick Jagger e Keith Richards.
Outra medida tomada por Oldham foi polêmica: ele decidiu que o pianista Ian Stewart era feio demais para fazer parte da banda e, por isso, o músico foi reduzido à função de roadie, ou seja, assistente de palco. Como gratificação, o músico podia participar ocasionalmente das sessões de gravações e, tomado de baixa autoestima, aceitou. Além disso, Oldham também colocou os Stones para vestir ternos, tais quais os Beatles faziam.
A estreia fonográfica dos Rolling Stones foi com o compacto Come on/I want to be loved, composições de Chuck Berry e Willie Dixon, respectivamente. O disco chegou ao 21º lugar das paradas da Grã-Bretanha, o que não era nada mal para uma banda iniciante. Contudo, em vista do contrato anormal com a Decca, a pressão por sucesso era grande e isso preocupou o grupo e Oldham.

Enquanto Jagger virou “relações públicas”, Keith Richards tomou para si a função de força-motriz musical da banda.
A banda fez sessões de gravações para um segundo compacto que fosse melhor do que o primeiro e gravaram as canções Poison Ivy e Fortune teller, mas o resultado final não foi do agrado da banda, inciando a busca por material melhor. Então, certo dia, Oldham encontrou com John Lennon e Paul McCartney na rua e os levou ao estúdio onde os Stones estavam gravando, o Regent Studios, um porão quase amador. O empresário solicitou à dupla mais bem sucedida de compositores do país uma canção para os Stones e Lennon & McCartney afirmaram possuir um número de R&B que se encaixava no som da banda; pediram 10 minutos para terminá-la e presentearam o grupo com I wanna be your man.
O compacto com I wanna be your man/Stoned foi lançado em novembro de 1963 e foi o primeiro verdadeiro sucesso dos Stones, chegando ao 12º lugar das paradas e colocando a banda no circuito nacional. Quase ao mesmo tempo, a banda embarcou em uma grande turnê nacional, abrindo para nomes como Bo Didley, Little Richard e The Everly Brothers, alguns de seus ídolos.
***

Os Stones aderiram à fanfarra psicodélica.
O resto, como se costuma dizer, é história. Eis ela:
Os Rolling Stones basicamente eram uma banda de R&B em seus primeiros álbuns – The Rolling Stones e The Rolling Stones N. 2lançados em 1964 e 1965, respectivamente – mas começaram a mudar a partir de 1965, quando Mick Jagger e Keith Richards se consolidaram também como uma dupla de compositores e o grupo se tornou uma banda autoral. Isso desequilibrou a balança de poder dentro do conjunto, estabelecendo uma “guerra fria” com Brian Jones, que até então tinha certa eminência.
O marco da virada da banda é o lançamento do single (I can’t get no) Satisfaction, lançado junto ao álbum Out of Our Headsem 1965, que consolidou a primeira fase da banda e sua sonoridade, além da hegemonia de Jagger e Richards como compositores e líderes da banda. Contudo, o próprio grupo não trilharia o caminho que criou por muito tempo, porque Jagger e Richards embarcaram com peso no Movimento Psicodélico em 1966, se afastando da sonoridade R&B e aderindo à psicodelia, com sonoridades mais pop, folk e Brian Jones praticamente encostando sua guitarra para se dedicar a instrumentos inusitados, enchendo a música dos Stones de texturas intrigantes com harpas, cítaras, marimbas, salterios, flautas, saxofone, mellotrons etc. São dessa fase os álbuns Aftermath, Between the Buttons e Their Satanic Majesties Request, de 1966 (o primeiro) e 1967 (os outros), respectivamente.

Brian Jones foi a primeira vítima das drogas entre as superestrelas dos anos 1960. Aqui, em sua versão psicodélica.

A banda toca no Circus: despedida à psicodelia.
Porém, em meio ao auge do Movimento Psicodélico, em 1967, Jagger, Richards e Jones foram presos por porte de drogas e impedidos de sair da Inglaterra, o que causou uma grave crise na banda. O clima pesado levou ao afastamento da banda dos palcos, à ruptura com o empresário Andrew Loog Oldham e ao afundamento de Brian Jones nas drogas, que começaram a deixá-lo incapacitado para seguir adiante. Ainda assim, em 1968, decidiram fazer um “retorno às origens”, abraçando novamente uma sonoridade mais voltada ao blues, ao folk e ao R&B, dando início à sonoridade pela qual a banda é conhecida até hoje. Os marcos dessa segunda virada são o single Jumpin’ Jack flash e o álbum Beggars Banquett. E o grupo marcou uma espécie de despedida da psicodelia com o filme Rock and Roll Circus, um minifestival na qual artistas como Taj Mahal, Jethro Tull, The Who e John Lennon (em sua primeira apresentação solo) tocaram algumas canções e os Stones encerram a festa. Mas a banda não estava em forma e o filme não foi lançado, só sendo comercializado em 1996. Ainda assim, é um marco: a última apresentação de Brian Jones com o grupo.
Brian Jones já estava deveras envolvido com as drogas e se afastava do grupo cada vez mais. Por fim, com sua ausência já quase completa, no início de 1969, a banda decide demiti-lo. Jones pirou seu estado e terminou morrendo em circunstâncias misteriosas em sua própria psicina no mês de julho.

Mick Taylor entrou em 1969, ao mesmo tempo em que o grupo se voltava às suas raízes.
Antes disso, seu lugar foi ocupado pelo excelente guitarrista Mick Taylor, que advinha da banda The Bluesbreakers de John Mayall (a mesma que teve Eric Clapton anos antes). Taylor acrescentou mais melodia ao som da banda, pois vinha da escola de blues rock da Inglaterra, com seus longos solos e fraseados em slides. Sua presença firmou, pela primeira vez, a figura de um guitarrista solo propriamente dito nos Stones. Enquanto Richards e Jones se revezavam na função e, na maioria das vezes praticavam o que o primeiro chamava de “a arte do entraleçamento“, quando não havia funções de ritmo e solo bem definidas e as duas guitarras faziam cada um dos papeis alternadamente; com Taylor os papeis ficaram mais definidos: Richards com os riffs e aberturas, além do ritmo; e Taylor com os solos e fraseados elegantes.

Sticky Finger, de 1971, divide o posto de “melhor disco dos Stones”…
De qualquer modo, foi um acréscimo mais do que interessante e, talvez não por coincidência, foi com Mick Taylor na guitarra que os Rolling Stones gravaram sua sequência mais memorável de álbuns, como Let it BleedSticky Fingers e Exile on Main Street, em 1969, 1971 e 1972, respectivamente. Vem daí a maior parte do repertório que a banda reproduz até hoje nos palcos, com Honk tonk women, Gimme shelter, Brown sugar, Wild horses, Rock off, Tumbling dicedentre outras.
Mas nem tudo eram rosas e as pedras continuaram rolando. Os Stones voltaram aos palcos em 1969, mas seu primeiro show ocorreu no Hyde Park de Londres em julho de 1969, exatamente três dias após a morte de Brian Jones, na qual fizeram uma homenagem. De certo modo, o batismo de Mick Taylor foi um funeral. Em seguida, o grupo encampou uma vitoriosa turnê pelos Estados Unidos, mas além de esnobarem o Festival de Woodstock – o que os tirou da maior festa de rock de todos os tempos – o fim foi trágico: na ânsia de criarem o seu próprio festival, o grupo organizou o Festival de Altmont, em São Francisco, com as bandas The Flying Burrito Brothers, Jefferson Airplane e Crosby, Stills, Nash & Young, mas o festival foi marcado por brigas constantes e insubordinação da plateia, culminando com a gangue de motoqueiros Hell Angels (encarregados da segurança!) matando um rapaz durante o show dos Rolling Stones. Está tudo no filme Gimme Shelter, lançado dois anos depois.

…com Exile on Main Street, de 1972, na opinião de críticos e fãs.

Para muitos a formação com Mick Taylor (segundo esq.) é a melhor da banda.
Uma coisa positiva a seguir foi o fim do contrato com o empresário Allen Klein e a empresa ABCKO e a fundação do selo independente Rolling Stones Records (RSR) que passou a ser distribuído pela Warner Music. Porém, em meio a isso, problemas com o fisco da Inglaterra “obrigaram” a banda a se exilar do próprio país, passando a morar em outros países da Europa, como França ou Suíça. Foi na França que gravaram Exile on Main Street numa maratona de sexo, drogas e rock’n'roll desenfreada que entrou para a história. Quem quiser um curso rápido do que são os Stones em essência, leia Uma Temporada no Inferno com os Rolling Stonesde Robert Greenfield, livro que relata esse período específico.

Versão nacional do livro de Greenfield: tortuante processo de gravação gera um clássico.
Era apenas o início dos anos 1970, período de muitos excessos, principalmente de drogas, mas o sucesso continuou, particularmente com suas turnês mundiais e pelos Estados Unidos, como aquela de 1972, que virou um marco da história do rock, com seus concertos no Madison Square Garden, em Nova York, recém-lançados em vídeo em Ladies and Gentlemen, The Rolling Stones, com a banda captada ao vivo em seu auge.
Contudo, os excessos pagaram seu preço e os álbuns Goats Head Soup e It’s Only Rock’n'Rollde 1973 e 1974, respectivamente, não tinham o mesmo brilho de seus antecessores e desgastaram a banda internamente. O resultado foi, em 1975, Mick Taylor deixar a banda sem grandes explicações. Era o fim de uma era.

Ron Wood (segundo dir.) entra para a banda em 1975.
Foi substituído por Ron Wood, guitarrista britânico com passagens por The Faces e The Jeff Beck Group e um grande amigo de Keith Richards. Longe de ser melódico como Taylor, Wood reprisou o papel de Brian Jones no início, com a “arte do entrelaçamento” com Richards. Masa segunda metade da década não foi generosa para a banda, que sentiu o peso das drogas e dos excessos e não conseguiu manter o nível de qualidade anterior. O próprio Richards viveu seu inferno particular com as drogas, sofrendo prisões, processos judiciais, a possibilidade da cadeia na França e no Canadá, tratamentos contra a dependência em clínicas de reabilitação e o fim do longo relacionamento de mais de dez anos com a modelo e atriz Anita Pallenberg, uma figura-chave no círculo interno da banda.

Some Girls: grande sucesso em meio à Era Disco e ao Movimento Punk.
No entanto, estamos falando dos Rolling Stones, a maior fênix do rock and roll, e tudo mudou. Em 1978, o disco Some Girls, fez um sucesso estrondoso, mas também causou muita polêmica e mal-estar por se aproximar de outros ritmos musicais, como a disco music. Também estavam em meio ao Movimento Punk, que não era muito simpático às “velhas” estrelas do rock. Era o grupo se adaptando para sobreviver e emplacando o hit Miss you no mundo todo. Era o início de uma fase de grande sucesso, que se seguiu com Emotional Rescue, de 1980, e atingiu seu melhor momento em Tattoo You, em 1981, que brindou todos com o hit Start me up

Tattoo You de 1981 trouxe “Start me up”.
Em seguida, veio a ressaca do sucesso e o que Richards chamou de III Guerra Mundial, uma grande briga e disputa entre ele e Jagger que resultou na quase separação  em 1985. Após uma pequena pausa e o freio dos ânimos, a banda se reuniu e voltou com outro sucesso em 1989, com Steel Wheels e os hits Mixed emotions e Rock and a hard placemais a maior turnê mundial já realizada até então. É o início da era das grandes turnês, quando de tempos em tempos, os Stones voltam, lançam um disco de estúdio, fazem uma grande turnê de sucesso e lançam um disco (e um vídeo) ao vivo.

A saída de Wyman transformou a banda em um quarteto. Aqui em 2006 no filme de Martin Scorsese.
O baixista Bill Wyman deixou a banda em 1993 e não foi substituído, com os Stones passando a usar um músico contratado para a função de baixista e se tornando o quarteto que permanece na ativa.
Em 2002, a banda comemorou os 40 anos de atividades com uma coletânea dupla chamada Fourty Licks, que foi seguida por uma grande turnê mundial chamada Licks Tour. Em 2005, lançaram seu mais recente álbum de estúdio, A Bigger Bang, que também rendeu a turnê A Bigger Bang Tour, até 2007, que passou pelo Brasil em 18 de fevereiro de 2006, com um gigantesco show gratuito na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, para um público estimado em 1,5 milhão de pessoas.

A banda em 2010 nos relançamentos de Exile on Main Street: preparando os 50 anos na ativa.
A banda está em pausa desde 2007, mas lançou o filme Shine A Light, com um concerto nos Estados Unidos, dirigido pelo celebrado Martin Scorsese, naquele ano, e em 2011, comemorou os 30 anos do álbum Exile On Main Street, com o lançamento de dois filmes, um documentário sobre as gravações e um concerto da época. Atualmente, trabalham no relançamento do álbum Some Girls (com material extra) e no Stones Archives, um site que vai coletar (e vender) material da banda, como cartazes, filmes e shows; além, é claro, de se prepararem para as comemorações dos 50 anos: um filme-documetnário com depoimentos da banda será lançado e haverá uma turnê em 2013.
As pedras continuarão a rolar.

Rolling Stones: 50 anos de rock.
fonte hqrock