sexta-feira, 11 de maio de 2012

Limp Bizkit | Novo álbum se chama Stampede Of The Disco Elephants


Fred Durst
A banda de rock Limp Bizkit anunciou o nome de seu novo álbum, Stampede Of The Disco Elephants. Este será o sétimo disco da banda, que ano passado lançou Gold Cobra.
Em entrevista ao site Kerrang!, o vocalista Fred Durst disse que o grupo trabalha em dois projetos ao mesmo tempo, Stampede Of The Disco Elephants e o sucessor de The Unquestionable Truth Part 1, lançado em 2005. Sobre o primeiro, Durst acredita que a variedade irá atrair mais o público. "Fizemos músicas que são mais aceitas, universalmente mais acessíveis. Algumas delas tem um sentido mais urbano, mais próximo. Acredito que as que entrarão no disco serão aquelas as garotas podem gostar tanto quanto os homens que gostam de rock", disse.
Sobre a sequência de The Unquestionable Truth Part 1, o cantor foi incisivo. "Parece que tiraram nossas amarras. Nos deram total liberdade para fazer como bem entendermos". Este será também o primeiro trabalho depois de sair da gravadora Interscope. Agora, a Cash Money é que está no comando. "Nossa antiga gravadora parecia meio perdida. Muitas pessoas se interessaram pela banda, mas quando o pessoal da Cash Money chegou aconteceu um diálogo diferente", contou.
Ainda não há data de previsão para o lançamento de nenhum dos dois álbuns.

Alanis Morissette | Ouça agora o novo single, "Guardian"

Alanis Morissette  divulgou "Guardian", o primeiro single de seu novo disco, Havoc And The Bright Lights. Ouça:

Este será o oitavo álbum da cantora canadense, que há quatro anos não lança um disco de inéditas. O lançamento

Por onde o elenco de Arquivo X?


Sou um grande fã de ficção científica, mas na época em que Arquivo X foi lançada eu tinha apenas sei la mas era novo  e estava mais interessado em Power Rangers do que em conspirações do governo para ocultar a presença de extra-terrestres em nosso planeta. Alguns anos atrás, provavelmente durante algum hiato, decidi dar uma chance a criação de Chris Carter e assisti toda a primeira temporada de uma só vez. Agora eu digo: Arquivo X é uma série fascinante que começou como quem não quer nada com seus monstros da semana e terminou com uma mitologia complexa que prende o espectador durante suas nove temporadas e mais de 200 episódios.
Os grandes protagonistas da série são os agentes Fox Mulder e Dana Scully, porém Arquivo X é repleto de personagens interessantes e, por essa razão, vamos mostrar o que alguns dos atores que deram vida a esses personagens tem feito nos últimos dez anos.
David Duchovny era a estrela de Arquivo X e disso ninguém tinha dúvidas. Ele até fez com que toda a produção da série mudasse de Vancouver para Los Angeles só porque ele não gostava da quantidade de chuva que caía na cidade canadense. Depois da série, ele fez alguns filmes como Amor por Contrato e Coisas que Perdemos pelo Caminho, além dos dois longas baseados em Arquivo X. Nos últimos quatro anos, ele tem interpretado o escritor beberrão e viciado em sexo Hank Moody na série Californication, que já foi renovada para a quinta temporada.

Gillian Anderson participou de quase todos os episódios de Arquivo X e, logo depois do fim da série, voltou para os palcos, onde ficou durante vários anos. Seu último papel no teatro foi em 2009 como Nora no espetáculo A Casa de Bonecas, do dramaturgo Henrik Ibsen, pelo qual foi indicada como Melhor Atriz no Laurence Olivier Awards (equivalente do Tony Awards em Londres). Em 2010, ela participou da série britânica Any Human Heart interpretando a Duquesa de Windsor e, em 2011, ela volta as telas britânicas na minisserie The Crimson Petal and the White, que tem estréia prevista para o segundo semestre. Além de participar do longa Johnny English Reborn que trará o eterno Mr. Bean de volta as telonas.

Robert Patrick se tornou mundialmente famoso como o T-1000 de Exterminador do Futuro 2 e entrou em Arquivo X aos 45 minutos do segundo tempo para cobrir o buraco deixado pela saída de David Duchovny da série. Sempre muito requisitado, o ator tem vários filmes no currículo, sendo o último deles Five Minarets in New York sobre agentes turcos procurando terroristas na cidade americana. Em 2011, ele participa de alguns episódios da última temporada de Big Love e, no segundo semestre, estréia o longa Mr Sophistication, uma drama sobre a vida de um comediante.

Mitch Pileggi deixou o Diretor Assistente Skinner para trás e, desde então, não parou de fazer participações bem longas em outras séries. Ele passou por Stargate Atlantis (22 episódios como Coronel Steven Caldwell), Grey’s Anatomy (7 episódios como Larry Jennings), Sons of Anarchy (12 episódios como Ernest Darby), Medium (4 episódios como Dan Bourroughs) e, atualmente, está em Supernatural, na qual já participou de 8 episódios como o avô dos irmãos Winchester, Samuel Campbell.
William B. Davis participou de apenas 37 episódios de Arquivo X, mas o Canceroso se tornou um personagem tão marcante que é lembrado até hoje como um dos mais importantes da série. Nos últimos anos, William tem trabalhado bastante. Em 2009, ele esteve no episódio piloto de Caprica e, em 2010, do quinto episódio de Human Target. Em 2011, ele marcou presença no filme Behemoth, uma produção original do canal Syfy.

Dean Haglund, Tom Braidwood e Bruce Harwood formavam o trio de nerds mais paranóicos que a TV já viu. Devido ao sucesso dos Pistoleiros Solitários, eles ganharam uma série própria que durou apenas 13 episódios e descaracterizou completamente os personagens. Fora da série, a carreira dos três também não foi lá essas coisas. Dean, o Langly, tirou quatro anos de férias e, em 2010, participou do episódio The X in the File da quinta temporada de Bones e também da ficção de baixo orçamento Atlantis Down, que está rodando o circuito de festivais e não tem previsão de estréia nos cinemas. Tom, o Frohike, participou de alguns curtas e de três filmes de baixo orçamento, o último se chama Amazon Falls e foi lançado em 2010. Bruce, o Byers, fez várias participações em séries, a maioria não-creditada, e a última foi em Supernatural no quinto episódio da quinta temporada.
É por hoje é só pessoal! Eu sei que deixei vários atores de fora, como por exemplo Nicholas Lea que interpretava o Krycek e Annabeth Gish que entrou na última temporada como a Agente Monica Reyes, mas ninguém aguenta um texto com dois metros de comprimento, não é?
Quero agradecer também a ajuda da minha amiga eXcer @ que fez as imagens que ilustram esse post e também me deu conselhos valiosos sobre os atores e personagens de Arquivo X. Brigadão!

Por onde anda o elenco de 24 Horas?



 bora saber por onde anda o elenco de 24 Horas?
Kiefer Sutherland, rei da Sessão da Tarde com Os Garotos Perdidos e Conta Comigo, voltou ao estrelato ao interpretar Jack Bauer. Depois do fim da série, o ator emprestou sua voz ao cão Bosco no longa Marmaduke e, atualmente, participa da websérie The Confession, na qual interpreta um matador. Entre seus próximos trabalhos estão o longa Melancholia, o primeiro filme catástrofe do diretor de Dogville, Lars Von Trier, que tem estréia prevista para junho e também a nova série de Tim Kring, criador de Heroes, chamada Touch, que mostra um pai que descobre que o filho autista pode prever o futuro. Se a série for aprovada, deve estrear em setembro.

Mary Lynn Rajskub, rainha do bico com viradinha de olho, eterna companheira de Jack Bauer, sofreu muito durante todos os longos dias que passou ao seu lado e vendo o que fez depois, parece que cansou dessa vida. Mary Lynn participou das comédias Royal Pains, Modern Family e Raising Hope, além de emprestar sua voz para o piloto do desenho animado I Confess. Você também pode vê-la no curta metragem Camera Obscura e, em breve, no longa independente Free Samples, no qual interpreta uma moradora de rua. E para quem tem dúvidas sobre o lado cômico da atriz, assista um trecho de seu espetáculo de stand up comedy clicando aqui.

Carlos Bernard não é rei de nada, mas ele voltou dos mortos e isso faz toda a diferença. Depois de voltar dos mortos só para se tornar um terrorista em busca de vingança, o eterno Tony Almeida deu uma passadinha pela série Burn Notice antes de entrar para o elenco fixo de Scoundrels que durou apenas uma temporada. Enquanto isso, fez participações nos filmes The Blue Wall, Full Nelson e Angel Camouflaged. Os dois primeiros são de curta metragem e nenhum deles tem previsão de exibição no Brasil.

Elisha Cuthbert divide os fãs de 24 Horas e para aqueles que fazem parte do time que odeia Kim Bauer, eu indico o filme Cativeiro. Se você faz parte do time de fãs da moça, fique feliz, pois ela está no elenco fixo da nova comédia da ABC chamada Happy Endings que estréia em abril. Em 2010, Elisha participou de seis episódios da série The Forgotten.

Dennis Haysbert é considerado por muitos o protagonista de 24 Horas ao lado de Kiefer Sutherland. É inegavél a importância que o Presidente David Palmer teve para a série, assim como é inegavél a frustração de quase todos os fãs quando ele foi assassinado no começo da quinta temporada. Em 2006, David foi escalado como o protagonista da série The Unit que durou quatro temporadas. Depois disso, ele participou dos filmes The Details e Vanilla Gorilla que não foram lançados no Brasil. Em 2011, nós poderemos escuta-lo nas telas do cinema como a voz de Kilowog no filme Lanterna Verde.

James Morrison é um famoso cantor de country gospel. É sério. Assista esse tributo a Bill Buchanan ao som de sua música Looking Out the Window e, se continuar fã, basta comprar as músicas do seu primeiro CD, Son to the Boy, no iTunes. Depois de 24 Horas, James fez participações em Eli Stone, The Deep End, Private Practice, Hawthorne, The Mentalist e Law & Order: Los Angeles, além do filme Raspberry Magic. Atualmente, não está envolvido em nenhum projeto como ator, mas se dedica a direção de um documentário sobre o processo de seleção de atores chamado The Showing Up e também ao seu trabalho como instrutor de yoga aos sábados no YogaWork’s Center.
E por hoje é só pessoal!
Sei que muitos outros nomes notáveis passaram por essa série, mas optei por colocar os que me marcaram mais e que participaram de mais episódios também. Caso queria acrescentar alguém, divirta-se nos comentários. Prometo responder e continuar a conversa, ok?

Os Vingadores: Vilão Thanos descubra um pouco mais sobre o vilão que aparece no final do filme

 Filme pode ultrapassar a barreira dos US$ 1 Bilhão no domingo!

Capa de “Avengers Assemble 03″, por Mark Bagley.
Os Vingadores, o épico do Marvel Studios que reúne nos cinemas pela primeira vez a equipe formada por Capitão América, Thor, Homem de Ferro e Hulk, continua sua carreira de sucesso nos cinemas. Ontem, o filme atingiu a marca de US$ 800 mil em bilheteria em todo o mundo, informa o Hollywood Reporter, que garante que o filme pode atingir a histórica marca de US$ 1 Bilhão no domingo. Se o fizer, será o filme que mais rápido atingirá tal marca, desde Avatar de James Cameron.
O maior desafio dos heróis da Marvel é não serem atingidos pela estreia de Dark Shadows de Tim Burton, nos EUA este final de semana.
Mesmo que a produção de Joss Whedon não consiga, sua carreira comercial já é memorável.
Enquanto isso, nos quadrinhos, o vilão Thanos volta a enfrentar os Vingadores, estabelecendo uma relação direta com o filme. O reencontro ocorre na nova revista Avengers Assemble 03, que sairá nos próximos dias nos EUA, escrita por Brian Michael Bendis (que cuida das histórias da equipe desde 2004) e desenhada por Mark Bagley (famoso por seu trabalho com o Homem-Aranha).
Na história da 3ª edição, se revela que Thanos está por trás do ressurgimento do Zodíaco, grupo de vilões que os Vingadores têm que enfrentar nos dois primeiros números.
Thanos na capa alternativa de “Avengers Assemble 03″: em breve nas bancas americanas.
Para quem não conhece, Thanos é um alienígena da lua de Titã, em Saturno, que tem um parentesco próximo com os deuses da mitologia grega. (Conheça mais sobre ele e outros vilões da equipe clicando aqui). Ele é, literalmente, um amante da Morte e seu maior objetivo é simplesmente destruir tudo o que existe e eliminar toda a vida.
Surgido quase ocasionalemente em uma aventura do Homem de Ferro, criado pelo roteirista e desenhista Jim Starlin, em 1973, Thanos rapidamente se transformou em uma das maiores ameaças do universo Marvel, combatendo heróis cósmicos, como o Capitão Marvel e Adam Warlock.
O vilão não combateu os Vingadores muitas vezes, mas cada uma delas foi memorável. Um desses confrontos, em 1977, é classificado como uma das maiores aventuras da equipe: veja aqui, na lista das Melhores Histórias dos Vingadores, aqui no HQRock.
Thanos e a Manopla do Infinito nos quadrinhos, na arte de George Perez.
Nos anos 1990, a Trilogia do Infinito, escrita por Jim Starlin e desenhada por Ron Lin e George Perez, mostrava Thanos em busca das Joias do Infinito, artefatos cósmicos de poder incomensurável. Ao reuni-las todas, o titã as agrupou na Manopla do Infinito e foi preciso não apenas os Vingadores, mas todos os heróis da Marvel para derrotá-lo.
Dirigido e escrito por Joss Whedon, Os Vingadores, reúne um elenco estrelar: Robert Downey Jr. (Tony Stark/Homem de Ferro), Chris Evans (Steve Rogers/Capitão América), Chris Hemsworth (Thor), Mark Ruffalo (Bruce Banner/Hulk), Samuel L. Jackson (Nick Fury), Scarlet Johansson (Natasha Romanoff/Viúva Negra), Jeremy Renner (Clint Barton/Gavião Arqueiro), Tom Hiddleston (Loki), Stellan Skargsgard (Dr. Selvig), Clark Gregg (Agente Coulson), Cobie Smulders (Agente Maria Hill), Gwynelt Paltrow (Pepper Potts) e Amanda Righetti (agente da SHIELD). A estreia no Brasil foi em 27 de abril.
Os Vingadores surgiram em 1963, criados por Stan Lee e Jack Kirby, publicados em The Avengers 01, reunindo personagens já criados previamente. Mais importante supergrupo daMarvel Comics, fazer parte da equipe significa ter um status diferenciado de importância no Universo da editora(apesar que hoje todo mundo é vingador).
Thanos foi criado por Jim Starlin em Invencible Iron-Man 55, de 1973.

A saga Spider-Men será o fim de um dos Homens-Aranha?


A Marvel lançará no mês que vem o primeiro capítulo de Spider-Men, minissérie que colocará Peter Parker (Homem-Aranha do Universo 616 da Marvel) e Miles Morales (Homem-Aranha do Universo Ultimate) frente à frente.
Um novo teaser da série, liberado pelo Newsarama, mostra uma estranha cena: Miles Morales, possivelmente morto, nos braços de Peter Parker. Será que o jovem Homem-Aranha, que tem obtido algum sucesso nos EUA, vai bater as botas? DÚVIDO MUITO.

Axel Alonso, Editor Chefe da Marvel, comentou a minissérie: “Histórias épicas quase sempre fazem algo para mudar os personagens ou o universo dos personagens. Você pode assumir que essa história terá ramificações para um ou ambos os personagens. Nós iremos revisitar a linha entre o Universo Ultimate e o Universo Marvel? Pode ser que hajam algumas pistas nessa história“.
Alonso também comentou a presença de Mysterio como o vilão da série: “Mystério é o vilão certo para essa história(lembrando que o Misterio do universo ultimate é bem mais foda que o da realidade 616). Essa não será uma daquelas histórias em que foi tudo um sonho. Nós não faríamos isso. Isso seria bobo. Não é uma opção fazer um trote desses, principalmente no aniversário de 50 anos do Homem-Aranha“.
Axel Alonso destaca também, que um dos pontos fortes, da Historia sera o encontro do Homem-Aranha,do nosso univeso, com a tia May e Gwen stacy  do universo Ultimate.Que recentemente vivenciaram a morte do Peter Parker de sua realidade,que foi substituido por  Miles Morales o novo homem aranha ultimate.
Alonso destaou também, que ver tudo isso sera um grande aprendizado para Morales  que crescera internamente 
Spider-Men terá roteiros de Brian Michael Bendis e artes de Sarah

AS MELHORES RUIVAS DA FICÇÃO


Red Carpet by duss005

O vermelho está na moda . Pelo menos no mundo dos desenhos e quadrinhos. Alguém já reparou na infinidade de personagens de cabelos ruivos que existem?
 O Cartoon Redheads sim , e brinca revelando toda essa galeria em tons avermelhados .
  Eu também resolvi dar uma lista de belas ruivas que tanto amamos





 


Mary Jane Watson se eternizou na galeria de personagens do franquia do Homem Aranha por causa de seu carisma , beleza e os cabelos ruivos que chamam a atenção .
Difícil escolher uma fase sua . Todas são atraentes .



Drawn By
Lorena Carvalho


Bárbara Gordon a Batgirl original :  muito mais que uma versão feminina do Batman.  A moça é forte e conseguiu seu lugar ao sol nos quadrinhos por sua beleza discreta , mas forte ao mesmo tempo. Sexy frágil ? Vai nessa ...
 


Drawn By
Paul Renaud


Jean Grey  : Ela parece ser várias , mas é uma só. Uma mulher que consegue consumir um universo inteiro , imagina o que não pode fazer com nosso coração .Scoot Summers que o diga.




Estelar : A Princesa Koriander  , desinibida e alto poder de fogo . Até Dick Grayson entendeu que não estava a altura dela .




Teela : No mundo de He Man ela exibia suas curvas em uma mini armadura em todas as batalhas . E nosso herói nunca prestou muita atenção nisso ...hummm





Drawn By
John Tyler Christopher





www.johntylerchristopher.deviantart.com


Hera Venenosa : Quer um beijinho dela ? Pode ser mortal ...


Mística : Dificil confiar nela . Mas se conseguir , ela pode ser quem você quiser  ...




Batwoman:  Você pode até querer algo há mais que um simples salvamento com ela , mas lembre-se: ela gosta é de meninas .





the Very Sexy Red Sonja by Alex Miranda  Comic Art


RED SONJA :  Inegavelmente a melhor ruiva de todas. Um guerreira de fibra em um mundo de homens bárbaros. Fez uma promessa que só se entregaria a homem que a vencessem em um combate ....
Covardia dela ...


LADY GAGA INVADE OS SIMPSONS EM EPISÓDIO ESPECIAL DA SÉRIE




Lady Gaga é a mais nova celebridade a dar as caras na série Os Simpsons .
 O episódio Lisa Goes Gaga será  exibido no dia 20 de maio nos Estados Unidos e mostrará a cantora provocando uma verdadeira histeria na cidade de Springfield.


Lady Gaga tentará deixar Lisa Simpson feliz (Reprodução


De acordo com a chamada divulgada nesta semana, a cantora vai aparecer com 18 figurinos diferentes e tentará ensinar Lisa a ter auto estima .
Entre as roupas usadas por ela está o vestido de carne com o qual  se apresentou  no VMA de 2010. 
Em uma cena, Homer roubará pedaços de carne da roupa para o seu café da manhã .


Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge é muito melhor do que o seu antecessor?

 
Uma página no Facebook de Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge postou um texto que, SUPOSTAMENTE, é de um dos moderadores do SuperHeroHype, um dos maiores sites internacionais de cinema e filmes de super-heróis. Se o texto for verdadeiro, a fonte é muito confiável. Mas eu não consegui averiguar a veracidade do texto, apesar dele ser reproduzido em vários sites por aí. Por isso, leve tudo aqui como um rumor até segunda ordem, ok?
Portanto, esse tal texto de um moderador do SHH relata uma exibição do primeiro corte de Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge para alguns poucos sortudos. Segundo o texto, a versão vista do filme tem 4h e alguns minutos, mas essa duração ainda vai diminuir com cortes vindouros. O texto lista 10 coisas do filme, sem spoilers.
Confira:


  • Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge é muito melhor que Batman – O Cavaleiro das Trevas;
  • Bane tem uma presença tão grande em suas cenas que você quase esquece que o Coringa (Heath Ledger) existiu;
  • O filme foi aplaudido de pé;
  • Ao final da exibição, adultos saíram emocionados… é um final absolutamente emocionante;
  • Tem pouca ação, se comparado com os filmes anteriores, mas isso é um detalhe diante da profundidade e da intensidade emocional da história;
  • A história completa é contada com profundidade, desenvolvimento e conclusão mais do que adequadas no corte da Warner (com 4h de duração);
  • Ele [o moderador] revelou que ficaria chocado se a Warner decidisse vender as máscaras de Bane para ser comercializada em fantasias para crianças, dado seu propósito no filme: “Seria péssimo. Quero dizer, é sempre divertido se vestir como o cara mau no Halloween, mas Bane? A máscara é literalmente parte do que o faz se tornar um vilão. É como incluir as facas do Coringa na fantasia. Creio diria que seria uma decisão errada.”
  • Mesmo quem viu os três trailers ainda não viu nada. A experiência é melhor quando não se sabe de nada, por isso Nolan é tão vago em o qualquer produto que seja lançado.
  • A comparação com Os Vingadores é sem sentido. Ele [o moderador] adorou Os Vingadores, mas foi devastado por O Cavaleiro das Trevas. É difícil comparar porque são muito diferentes. ElE diz que ambos são montanhas-russas, mas TDKR seria aquela barulhenta, velha, que você sente que poderia se desmantelar a qualquer momento (e isso é uma coisa boa, parecido com alguns momentos de caos em O Cavaleiro das Trevas, e é assustador. A analogia funciona porque você não acabar naquele lugar seguro, mas [durante] o passeio em si [a experiência] é empolgante e imprevisível), enquanto Os Vingadores é uma viagem envolvente porém sólida. Os filmes não são nada parecidos.
  • Em 20 de julho(umasemana depois no brasil) os fãs vão presenciar algo muito especial.
Aí está. O quão de verdade está nesse texto? Sinceramente, eu não sei. Não vou mentir: eu adorei o que li e quero muito acreditar que é verdade e que o filme é tão bom assim. Mas não posso dizer que tudo isso é verdade enquanto não achar a fonte original desse texto na rede, ao invés de reproduções online.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Vingadores VS X-Men

Atenção! Informações Inéditas no Brasil e EUA!

Já faz algum tempo que a Marvel não revela teasers ou capas inéditas da sua atual saga. Pois hoje a editora nos surpreendeu, revelando o teaser do segundo ato da saga. E para ser bem sincero, ele me surpreendeu bastante.


No teaser abaixo temos a frase "No more Avengers", que será dita por Ciclope e que é uma clara referência ao "No more mutants" pronunciado pela Feiticeira Escarlate em Dinastia M (quando todos os mutantes da terra foram erradicados sobrando apenas uns  300 ). Mas o mais interessante do teaser é uma representação da Terra em forma de um "X". Isso mesmo, um "X". Bom, acredito, e realmente espero, que a imagem seja apenas uma metáfora, algo simbólico e não algo que de fato vai acontecer. Mas as palavras pronunciadas por Ciclope, prometem causar muita confusão. E para aumentar ainda mais as expectativas, Axel Alonso, editor da Marvel, falou que AvX terá momento maiores e mais surpreendentes do que a revelação da identidade secreta do Homem-Aranha, em Guerra Civil, por exemplo. Confira o teaser abaixo:


Bom, o ato 2 de Avengers VS X-Men sairá apenas em Junho e terá roteiro de Matt Fraction e Jonathan Hickman, já a arte, fica por conta de Olivier Coipel (curiosamente, o mesmo desenhista de Dinastia M) e John Romita Jr..

As tops Sexy dos Quadrinhos

 
Alguém poderia argumentar que todas as mulheres do universo dos  quadrinhos são  um pouco sexy demais . Essa lista apresenta aquelas que podem ser consideradas  top em qualquer discussão.




Vampirella 

 Acho que sua roupa é feita  a partir de uma pequena parte da capa de Drácula. Ela estreou em 1969, (coincidência agradável) e precisa de sangue para sobreviver , possui  super força e pode se transformar em um morcego. Veio do planeta  Drakulon , onde as pessoas vivem do sangue que corre nos rios. Sua raça é chamada Vampiri e  são capazes de se transformar em morcegos, criam asas e sa bebem sangue  . Seu planeta ficou escasso de sangue e ela fugiu para a Terra onde ajuda a  derrotar o mal no mundo. Ela não é afetada pela luz solar, alho, cruzes, mas parece que sua fraqueza é a incapacidade de usar  algum tipo de tecido 

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Adaga 

Parte mais interessante da equipe  Manto e Adaga, seu nome verdadeiro é Tandy Bowen . 
Nasceu em uma família rica, mas fugiu porque sua mãe supermodelo não lhe dava atenção o suficiente. 
 Seu uniforme  apertado e branco tem um pequeno  decote  na forma de ,  você adivinhou, um punhal. 
O equipamento suporta a maior parte de seu peito e abre todo o caminho para debaixo do umbigo e parece fazer um ponto de mira para  sua virilha. Tudo porque ficaria muito indiscreto um sinal de neon apontado para a vagina 


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Psylocke 

Ela apareceu pela primeira vez na história em quadrinhos do  Capitão Britania , seu irmão gêmeo . Seu nome é Elizabeth "Betsy" Braddock . Psylocke lutou contra o vilão Mestre dos Assassinos e teve os olhos arrancados. Sequestrada pelo vilão Mojo que lhe  implantou  olhos cibernéticos e  fez lavagem cerebral se tornou uma   escrava do monstro . 
Mais tarde entrou para os  X-Men e tem lutado ao lado dos outros mutantes bons no Universo Marvel. Na maioria das histórias em quadrinhos, ela está em, pelo menos você vai ver uma cena  dando um pontapé grande alto o bastante  para mostrar a tanga pequena que ela usa . 
Está entre as preferidas na hora de se fazer um cosplay 


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Zatanna 

Zatanna Zatara é filha de Giovanni Zatara, mágico do universo de quadrinhos DC .
Possui habilidades mágicas. Ela é um ilusionista de dia e de noite uma stripper (brincando sobre a última parte) , bem, talvez não se dermos uma olhada no  seu traje. 
Ela começou a usar sua magia para localizar seu pai desaparecido. Ela é fez parte  da  Liga da Justiça durante anos . Se ela se aproximar de você durante a noite o que pensaria : que ela é uma o combatente do  crime ou está  procura de um hotel que cobra por hora?


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Estelar 

Ela já foi membro dos Novos Titãs e atualmente dá plantão nos Renegados Estelar tem o poder de absorver a radiação ultravioleta e transformá-la em energia para o vôo. Ela pode usar essa energia para causar  explosões poderosas e deter os inimigos em seu caminho. Se quiser ela pode derrubá-los com os seu belo par de seios . Ah ...seu nome é Koriander ...

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Cassie (Hack/Slash) 


 Cassie Hack aparece na série Hack / Slash  da Devil Due Publishing . Basicamente ela caça assassinos sobrenaturais ao estilo Jason(Sexta-Feira 13) ao lado de um sujeito deformado de nome Vlad , amigo seu. Nada demais , se ela não vivesse suas aventuras vestidas como qualquer colegial gótica de pouca roupa ao estilo Suicide Girl 




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Sonhadora 

Nura Nal é mais uma jóia do universo DC.  Membro da Legião dos Super Heróis . Tem dons premonitórios . Mas seu maior poder é a capacidade de inserir na mente dos homens ( e leitores de quadrinhos) sonhos molhados com ela e seu belo colant prateado que não deixam nada para a imaginação.



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Tigresa 

Greer Grant começou sua vida de heroína usando  uma roupa de gata muito parecida com a da Mulher-Gato. Depois sofreu uma mutação física que a deixou com a aparência de  um felino alaranjado. 
Já participou dos Vingadores da Costa Oeste e de lá para cá dependendo do desenhista , ganha um aspecto mais sexy .
Possui um fator de cura acelerado. Sua forma felina (parecido com um tigre) possui garras retráteis e uma cauda. Ela já foi sondada pela Rainha Branca e pelo Professor X para saber a origem de seus poderes. Mas sua maior habilidade é a capacidade de andar para cima e para abaixo usando apenas um pequeno biquini de couro sem sentir frio .




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Wichtblade


 Uma detetive de homicídios da polícia de Nova York, Sara Pezzini,  encontrou um artefato que a transformou em uma super heroína . 
O artefato chamado Witchblade  dá  a Sara uma couraça protetora, explosões de energia, habilidades de cura  e lhe permite voar.
 Ela às vezes  quer ser apenas uma policial normal no combate ao crime, mas sabe que se a Witchblade cair nas mãos erradas, seria mortal ( grandes poderes , grandes responsabilidades). 
Sara ainda usa a Witchblade para combater o crime. A única coisa que a Witchblade não faz é deixá-la usar uma camiseta .



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Stripperella 

O nome diz tudo. Criada por Stan Lee para uma  série de desenho animado . Seus poderes são reflexos melhorados, força sobre-humana, inteligência elevada e sensuais habilidades de artes marciais. 
Ela é uma stripper de dia e um super-heróina  à noite. 
Para desespero dos fãs a série durou apenas 13 episódios .
Ah , a mocinha foi baseada na atriz (!!!???) Pamela Anderson 


terça-feira, 8 de maio de 2012

Universo DC: da Crise ao Ponto de ignição


Ponto de Ingnição
  Ponto de ignição
É com essa publicação que se dará o reinício da cronologia do Universo DC, num ambicioso reboot que, literalmente, "zerou" as publicações da editora.
Em setembro de 2011, nos Estados Unidos, a DC Comicslançou 52 primeiras edições de seus títulos, investindo não só em super-heróis, como também em séries de terror, western e guerra. Autores renomados, como Geoff Johns, Jim Lee e Grant Morrison, ficaram encarregados de narrar os primeiros passos do Superman e da Liga da Justiça, enquanto Batman e Lanterna Verde prosseguiam em suas fases de prestígio.
Embora tenha dividido opiniões ao ser anunciada, como era esperado, os resultados iniciais da iniciativa logo ficaram claros: sucesso nas vendas e a DC alçada à posição de líder do mercado, superando a rival Marvel. E não parece ser fogo de palha, já que, cinco meses depois, a editora de Batman e Superman dominava sozinha o top 10 de vendas.
Apesar de ter sido o primeiro reboot que reiniciou a numeração de todos os títulos, esta não é uma experiência totalmente inédita. Na década de 1980, a mesma DC Comics já havia unificado seu quadriverso, recontando origens e lançando novas versões de personagens consagrados a partir do evento Crise nas Infinitas Terras.
Crise nas Infinitas Terras
Orquestrada por Marv Wolfman e George Pérez, dupla de sucesso por conta do trabalho em Novos Titãs, a maxissérie em 12 edições comemorava o cinquentenário da editora, ao mesmo tempo em que simplificava seu universo e o tornava mais atrativo a novos leitores.
As infinitas Terras paralelas deram lugar a uma realidade mais coesa e de fácil assimilação, marcando época e conquistando as novas gerações. Esses 25 anos que separam Crise nas Infinitas Terras e Ponto de ignição, e os dois maiores reboots da DC, foram uma época de heróis revitalizados, histórias marcantes e grandes sagas, que merecem ser relembradas.
Uma era de reinícios maravilhosos
Os primeiros grandes passos da DC para conquistar público e crítica após a grande Crise foram na direção de sua trindade de heróis. O Superman foi inteiramente reformulado pelo talentoso John Byrne, que descartou uma bagagem cronológica de 50 anos e investiu num lado mais humano para o último Filho de Krypton.
Lançada em 1986, a minissérie Homem de Aço reinventou elementos de sua mitologia como os pais kryptonianos Jor-El e Lara e o passado em Smallville (acentuando a criação por Jonathan e Martha Kent), a relação com Batman, o eterno amor Lois Lane e deu novos ares ao vilão Lex Luthor.
Na definição do próprio Byrne, era a versão original de Jerry Siegel e Joe Shuster mesclada com a animação dos estúdios Fleischer formatada para os novos tempos. Estava aberto o caminho para uma era de maravilhas.
Batman - Ano Um
Seguiram no embalo a série Batman - Ano um, dos ótimos Frank Miller e David Mazzucchelli, e a nova revista mensal da Mulher-Maravilha, por George Pérez e Len Wein.
Miller contou o primeiro ano da carreira de Batman de forma mais adulta e realista, mostrando um Bruce Wayne inexperiente nas ruas de Gotham City e dando importância maior ao então tenente James Gordon. Também nessa série, Selina Kyle, a Mulher-Gato, foi reinventada como uma ex-prostituta que passou a agir fantasiada sob a inspiração do Homem-Morcego.
Assim como O Cavaleiro das Trevas, obra máxima de Frank Miller, Batman - Ano um mudou os paradigmas para todos que trabalhariam com o vigilante. Já com a Mulher-Maravilha, por outro lado, George Pérez abordou a personagem sob a luz da mitologia clássica, apresentando histórias ainda hoje tidas como definitivas.
Em outros cantos do universo, os Novos Titãs prosseguiam em suas aventuras narradas pelo experiente Marv Wolfman sem grandes desdobramentos, mas a futurista Legião dos Super-Heróis teve problemas decorrentes das novas versões da cronologia.
Por conta da reformulação do Superman por John Byrne, ficara estabelecido que Clark Kent nunca fora Superboy, e assim os legionários ficaram sem sua fonte de inspiração.
Superman
Tal fato levou Byrne e o roteirista da Legião, Paul Levitz, a criar um universo compacto com versões de Krypton e da Terra, no qual a história transcorreu de forma diferente. Começavam, assim, aspectos da continuidade DC que prejudicariam séries posteriores e abalariam a coesão do universo pós-Crise.
Reunificando todas as novas realidades de super-heróis da editora, foi publicado em 1987 o crossover Lendas, assinado por John Ostrander e Len Wein, com arte de John Byrne. A história tratava de uma tentativa do vilão Darkseid de desacreditar os heróis terrestres, e serviu para lançar, entre outros títulos, a nova Liga da Justiça.
Idealizada por Keith Giffen e J.M. DeMatteis, com arte expressiva de Kevin Maguire, a Liga da Justiça Internacional contava não com os maiores personagens da DC, mas com heróis menos populares e muito bom humor.
Assumindo status internacional a partir da sétima edição, essa Liga possuía embaixadas ao redor do planeta e era sancionada pela ONU. Nomes como Besouro Azul, Gladiador Dourado, Fogo e Gelo logo conquistaram a preferência do público por sua irreverência.
Superman
Um novo título do Esquadrão Suicida, com roteiros de John Ostrander, mostrava tradicionais supervilões a serviço do governo dos Estados Unidos, com uma temática bem formatada ao final da década de 1980.
Já o novo Flash, Wally West, enfim estrelava sua própria revista mensal, saindo da sombra de seu antecessor Barry Allen, sob a pena de Mike Baron e Jackson Guice. Mas ainda era apenas o início.
Milênio, de 1988, um novo crossover centrado na mitologia dos Guardiões do Universo, apontava traidores entre as figuras mais íntimas de cada super-herói, enquanto dez pessoas eram escolhidas para liderar o próximo passo evolutivo da humanidade. Essa saga de Steve Englehart e Joe Staton englobou todos os títulos do Universo DC na época e lançou os Novos Guardiões, mas não teve consequências significativas.
Encerrando sua fase no Superman com uma polêmica sem precedentes, John Byrne voltou a tratar do universo compacto e surpreendeu ao fazer o Homem de Aço executar a sangue frio três vilões kryptonianos que exterminaram a vida naquela Terra alternativa.
Esse arco de histórias teve repercussões duradouras na vida do herói, que ficou exilado no espaço para lidar com problemas de consciência durante um longo período.
Keith Giffen, fazendo valer sua influência no universo de ficção científica da DC Comics, engendrou em 1989 o crossover Invasão, que mais uma vez reuniu todo o panteão de heróis da editora contra uma ameaça comum. No caso, nove raças alienígenas que decidiram invadir a Terra por conta do potencial do planeta para gerar meta-humanos.
Amanhecer Esmeralda
Como consequência da saga, surgiram a Liga da Justiça Europa e a L.E.G.I.Ã.O., uma força policial interplanetária de aluguel que contava com ancestrais da Legião dos Super-Heróis. As duas séries tinham Giffen no comando.
O autor ainda participaria das novas origens do Lanterna Verde, em Amanhecer Esmeralda, e de Aquaman, num especial ilustrado por Curt Swan. Paralelamente, o título Secret Origins tratava de readaptar a origem dos personagens da DC para sua nova realidade, com autores diversos.
O então roteirista de Batman Jim Starlin sugeriu a morte do segundo Robin, e atendendo a uma votação dos leitores por telefone, Jason Todd foi assassinado pelo Coringa em 1988. Morte em família teve arte de Jim Aparo, e definiu um rumo mais solitário para o Cavaleiro das Trevas.
A graphic novel A piada mortal, de Alan Moore e Brian Bolland, já havia investido nessa linha ao mostrar a origem do Palhaço do crime e fazê-lo aleijar Bárbara Gordon, a Batgirl. Contudo, fatores mercadológicos falaram mais alto, e logo Bruce Wayne adotou um novo parceiro, o esperto Tim Drake, que estrelou três minisséries e revista mensal própria, todas com texto de Chuck Dixon.
Enquanto isso, o Robin original, Dick Grayson, seguia sua carreira heroica liderando os Titãs como Asa Noturna.
Outro personagem repaginado na época foi o Gavião Negro, que ganhou nova origem por Timothy Truman, a qual seria fonte de mais problemas cronológicos e inviabilizaria o herói durante anos.
A Morte do Superman
Uma novidade da DC no período foram as histórias na linha Elseworlds (Túnel do tempo, no Brasil), que mostravam heróis consagrados em períodos históricos distintos. Começou com Gotham City 1889, que colocava o Homem-Morcego na pista de Jack, o Estripador.
Armageddon 2001 e Guerra dos Deuses foram doiscrossovers sem tantos destaques, apesar de este último ter contado com texto e arte de George Pérez.
O evento da DC que realmente ganhou a mídia de forma explosiva veio em 1992, com A morte do Superman. Nessa saga surpreendente dos roteiristas Dan Jurgens, Roger Stern, Jerry Ordway e Louise Simonson, o maior herói de todos os tempos perece ao enfrentar uma criatura monstruosa batizada de Apocalypse.
O mundo parou, e logo se seguiram as sagas Funeral para um amigo e O retorno do Superman. Nesta última, quatro pretensos Supermen surgiam em Metrópolis, antecedendo a volta triunfal do verdadeiro herói. Logo Superboy e Aço também ganharam revistas próprias.
Seguindo com os grandes eventos na vida do kryptoniano, o O casamento do Superman, em 1996, reuniu finalmente os apaixonados Clark Kent e Lois Lane.
Posteriormente, Superman ainda arranjaria poderes elétricos e adotaria um novo uniforme. Claro que nada disso durou muito.
Na mesma linha, a saga A queda do Morcego mostrava a derrota de Bruce Wayne nas mãos do bestial Bane, que aleijou o herói, e o surgimento de um novo Batman.
A Queda do Morcego
Leitores acompanharam a história com atenção durante dois anos, até que o verdadeiro Cavaleiro das Trevas reassumiu seu manto.
Vale lembrar ainda que, como consequência de O retorno do Superman, no qual Coast City foi destruída, o Lanterna Verde Hal Jordan enlouqueceu e aniquilou a Tropa da qual fazia parte, abrindo espaço para o novato Kyle Rayner. Foi o início de uma cisma que polarizou o público durante anos, para eleger o melhor portador do anel esmeralda.
Já em 1994, Dan Jurgens esteve à frente de Zero Hora,crossover que retomou temas de Crise nas Infinitas Terras e ditou novos rumos para a editora, enquanto tentava arrumar - de novo - sua cronologia.
A Legião dos Super-Heróis teve sua história reiniciada, o Arqueiro Verde morreu e foi substituído pelo filho, e o Capitão Marvel ganhou nova vida pelas mãos de Jerry Ordway.
Mas o grande destaque foi Starman, série criada por James Robinson e estrelada pelo filho do herói da Sociedade da Justiça, que durou 81 números e levou nova sensibilidade ao universo da editora.
Sandman
Paralelamente, uma abordagem mais adulta e intimista para o Universo DC notava-se em Sandman, de Neil Gaiman, Hellblazer, de Jamie Delano, e Homem-Animal e Patrulha do Destino, de Grant Morrison. Seguindo a linha estabelecida anos antes por Alan Moore, com Monstro do Pântano, esses títulos estabeleceram o que seria conhecido como a linha Vertigo, a partir de 1993.
Numa época em que os "eventos bombásticos" prometiam mudar tudo e chamavam atenção da mídia para elevar as vendas, a linha adulta da editora oferecia quadrinhos mais inteligentes e centrados nas visões pessoais dos escritores. Sandman, em especial, foi uma das séries mais aclamadas de todos os tempos, ganhando diversos prêmios e alçando Neil Gaiman ao status de superstar.
Com Homem-Animal, Grant Morrison revitalizou este obscuro super-herói e tratou de temas como ecologia e a definição de heroísmo. Quando Buddy Baker se descobriu um personagem de quadrinhos, ele visitou o Limbo de heróis esquecidos, viveu sua própria Crise e, num clímax inesperado, encontrou o próprio Morrison.
Contando em grande parte com artistas britânicos, a onda inicial da Vertigo foi um verdadeiro oásis de criatividade.
Reino do Amanhã
Já em 1996, em meio a anti-heróis violentos e à EraImage, uma história narrando o futuro sombrio doUniverso DC tomou a indústria de assalto. Reino do Amanhã foi uma minissérie em quatro partes da linha Túnel do tempo, na qual o Superman regressava após uma aposentadoria de cerca de dez anos, quando uma tragédia de proporções incalculáveis o força a agir.
Com texto de Mark Waid, que se destacava cada vez mais por sua abordagem otimista e cheia de criatividade emFlash, e coargumento e arte hiper-realista de Alex Ross, revelado em Marvels, este épico mostrava o conflito dos heróis clássicos com a nova geração, e de todos os super-heróis com a humanidade que protegiam.
Aproveitando e definindo a onda de otimismo que surgia, Grant Morrison e Howard Porter lançaram em seguida a revista JLA, uma versão moderna e mais poderosa da Liga da Justiça com os "sete grandes" da DC Comics: Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Caçador de Marte, Flash, Lanterna Verde e Aquaman.
Apesar da formação clássica da equipe, as histórias eram modernas e imprevisíveis, tornando-se logo o carro-chefe da editora. Na esteira surgiram novas versões da Sociedade da Justiça e dos Titãs, e a equipe de heróis adolescentes Justiça Jovem. Oliver Queen, o Arqueiro Verde original, também retornou numa série escrita pelo cineasta Kevin Smith, que despontava no mundo dos quadrinhos.
Esta época alcançou o ápice em DC Um Milhão, saga que mostrou todo o Universo DC no século 853, cortesia de Grant Morrison. Mas novos tempos sombrios estavam a caminho.
Crise de Identidade
Infinitas Crises
A grande virada veio em 2004, com a série Crise de identidade, assinada pelo novelista Brad Meltzer e o artista Rags Morales.
Meltzer estreara substituindo Kevin Smith na revista do Arqueiro Verde, e se destacou por sua abordagem mais humana aos super-heróis e atenção a detalhes de sua cronologia pregressa.
Em Crise de identidade, Meltzer mostrou as consequências na comunidade meta-humana do misterioso assassinado de Sue Dibny, mulher do Homem-Elástico, explorando o preço que se paga por usar máscara e uniforme.
Em paralelo, o roteirista Geoff Johns ganhava destaque escrevendo o Flash e transformando Hal Jordan em Espectro, na saga O retorno do herói. Ele ainda reformulou os Novos Titãs, e logo assumiu um projeto de alto impacto: Lanterna Verde - Renascimento. A série marcava o retorno definitivo de Hal Jordan, estabelecendo uma das franquias de maior sucesso da editora em 2005.
Green Lantern Rebirth
Jeph Loeb, saindo da série mensal do Homem de Aço, lançou o título Superman/Batman, com a parceria entre os melhores do mundo. Jim Lee liderou as vendas do mercado em Batman - Silêncio, em parceria com Loeb, e Superman - Pelo amanhã, do escritor Brian Azzarello.
Na mesma época, o especial Contagem regressiva para a Crise Infinita apresentou a morte do Besouro Azul, anunciando uma fase mais pessimista e cheia de problemas para os heróis.
Foi o início da Contagem regressiva para a Crise infinita, com quatro minisséries que preparavam o terreno para a megassaga seguinte.
Crise Infinita teve texto de Johns e arte de Phil Jimenez, retomando personagens que não eram vistos desde aCrise original. Com o término da história, todos os títulos do Universo DC deram um salto de um ano em sua cronologia, o qual foi narrado em 52, série semanal escrita por Johns ao lado de Mark Waid, Greg Rucka e Grant Morrison, como num seriado televisivo.
O sucesso levou a Contagem regressiva, mais uma maxissérie semanal, desta vez com organização de Paul Dini.
Enquanto a Liga da Justiça era reformulada por Brad Meltzer, e Geoff Johns e Alex Ross revisitavam oReino do Amanhã nas páginas de Sociedade da Justiça, Grant Morrison apresentava a complexa e ambiciosa série Sete Soldados da Vitória, com sete heróis que salvavam o mundo em conjunto, mas sem nunca se encontrarem.
All Star Superman
Kurt Busiek e Geoff Johns assumiram os títulos do Superman, que também contou com a colaboração do cineasta Richard Donner, deSuperman - O filme, enquanto Morrison e Dini cuidavam de Batman.
Fora da cronologia oficial da DC, Morrison e o artista Frank Quitely apresentaram a definitiva Grandes astros - Superman, ao passo que Frank Miller e Jim Lee criaram polêmica com Grandes Astros - Batman e Robin, até hoje inacabada.
Crise final chegou em 2008, por Grant Morrison e diversos ilustradores, com a vitória do perverso Darkseid sobre os heróis da Terra. A maior consequência da saga foi a aparente morte de Batman, que, em seus títulos mensais, foi substituído por Dick Grayson. Já Damien Wayne, filho de Bruce com Tália Al'Ghul, assumiu o manto de Robin.
Superman já ganhara uma origem revisada em 2003, O legado das estrelas, de Mark Waid e Leinil Francis Yu, mas, em 2008, foi a vez de Origem secreta (aqui publicada a partir de Superman # 90, da Panini), por Geoff Johns e Gary Frank. Parece que nunca se cansam de recontar o surgimento do herói, sempre mudando algo aqui e acolá.
A noite mais densa, do roteirista Geoff Johns com arte do brasileiro Ivan Reis, foi a grande saga daDC em 2009. Tomando como base a profecia de um conto quase esquecido de Alan Moore, a história mostra diversos heróis e vilões retornando à vida para lutar pelo mal ao lado dos Lanternas Negros.
Legion
Na sequência, veio O dia mais claro, mais uma série de sucesso com Johns no comando. Por conta da Crise final, o autor também apresentou Flash - Renascimento, com o retorno de Barry Allen, o velocista morto em Crise nas Infinitas Terras.
Enquanto a Legião dos Super-Heróis voltava a sua encarnação clássica, após a Legião dos Três Mundos, os Titãs e a Liga da Justiça passaram por fases pouco inspiradas que falharam em conquistar o público.
Grant Morrison tratou de resgatar o verdadeiro Batman do fluxo do tempo em O retorno de Bruce Wayne, e o levou a uma cruzada global contra o crime em Corporação Batman.
Já o Superman viveu a longa saga Novo Krypton, para depois caminhar pela América em Solo, de J. Michael Straczynski. O autor ainda recontou (de novo!) a origem do Homem de Aço em Superman - Earth One, com bons resultados.
Depois de tantas idas e vindas, sagas e megassagas, muitas séries precisavam de um novo fôlego. Por isso, a opção por um reboot foi compreensível.
Final Crisis
É quando se chega a Ponto de ignição, que lança oUniverso DC em direções inusitadas por alguns dos maiores talentos do mercado e marca o início de uma nova era.
A nova DC começou com 52 novos títulos, dos quais seis já tiveram o cancelamento anunciado e serão substituídos por outros novos. Entre Crise nas Infinitas Terras e Ponto de ignição, a editora teve fase ruins? Sim, muitas. Mas houve também diversas boas histórias assinadas por roteiristas e ilustradores inspirados, sagas marcantes e eventos cósmicos que, algumas vezes, cumpriram a promessa de mudar tudo para sempre - até a próxima reformulação.
Mundos viveram, mundos morreram, e agora chega uma nova fase para o Universo DC, que, como de costume, nunca mais será o mesmo.
Para quem lamenta a perda de décadas de cronologia, fica a esperança de que elementos perdidos voltem a pipocar nas novas séries mensais (isso sempre acontece, vale lembrar), e a certeza de que, válidas ou não para a cronologia, suas histórias preferias não perdem o valor.
E para quem fica entusiasmado com as novidades, há a promessa de mais um era que marcará sua época. É praticamente certo (alguém duvida disso?) que, daqui a não se sabe quantos anos, a DC Comics reformulará seu universo novamente. Mas é o período entre essas mudanças que mais interessa. O resto é, foi e será história.